Países orientais têm metas ambiciosas de velocidade para banda larga


Singapura chegará, em breve, a 1GB para todos os clientes finais. Estudo mostra que cada 10% de banda larga implantada por país em desenvolvimento gera aumento de 1,4% no PIB.
No Fórum Ibero-Americano para Desenvolvimento da Banda Larga, que ocorre até nesta quarta-feira (23), os palestrantes, representantes dos países da América Latina, comentaram a respeito das metas de velocidade e da penetração dos planos de internet rápida na região.
Um estudo do consultor mexicano Ernesto Flores-Roux, apresentado no evento, revelou que, cada 10% de banda larga implantada por país em desenvolvimento, gera aumento de 1,4% no PIB. O levantamento faz referência a outros elementos que o impacto da banda larga surtiu. “Estima-se que mais de um milhão de novos empregos já foram criados na América Latina devido às implantações”, disse Juan Navas-Sabater, Especialista em Políticas de TIC do Banco Mundial.
Segundo Sabater, grande parte dos países da OCD tem fundos de investimento de banda larga. No caso da Austrália, por exemplo, mais de 12% do programa completo de estimulo econômico se dedica à internet rápida. De acordo com o executivo, outros países seguiram este modelo, como Estados Unidos, Alemanha e Canadá.
Tanto Sabater, como Flores-Roux e Mario Maniewicz ( Chefe do Departamento de Políticas de Desenvolvimento das Telecomunicações da Suíça), afirmam que os governos, para serem assertivos, devem ter foco na aceleração das velocidades e expansão da cobertura de acesso.
Uma das polêmicas estabelecidas no Brasil é a respeito das metas de velocidade. De acordo com especialistas, a meta de 1mbps é tímida, se comparada a de outros países. Sabater divulgou, por exemplo, que Singapura já tem projeto de 1GB para todos os cidadãos. Já países da Europa desejam estabelecer metas de, aproximadamente, 50mbps.
Mesmo com a constatação de que 1mbps é considerado baixo, se comparado às velocidades dos países desenvolvidos, os quais o Brasil deseja se integrar, o assessor da Presidência da República, Cezar Alvarez ainda contesta, afirmando que 27% dos domicílios brasileiros ainda possuem internet inferior a 512kbps e que, para o Brasil, este é um bom passo para a inclusão digital.
Para a implementação dos planos de banda larga na América Latina, os governos possuem um fundo específico para a área digital. De acordo com Sabater, o Banco Mundial pretende canalizar os pilares de conectividade e transformação. Com a primeira, pretende promover as infraestruturas e com a segunda, as tecnologias e transformação dos setores.

Singapura chegará, em breve, a 1GB para todos os clientes finais. Estudo mostra que cada 10% de banda larga implantada por país em desenvolvimento gera aumento de 1,4% no PIB.
No Fórum Ibero-Americano para Desenvolvimento da Banda Larga, que ocorre até nesta quarta-feira (23), os palestrantes, representantes dos países da América Latina, comentaram a respeito das metas de velocidade e da penetração dos planos de internet rápida na região. Um estudo do consultor mexicano Ernesto Flores-Roux, apresentado no evento, revelou que, cada 10% de banda larga implantada por país em desenvolvimento, gera aumento de 1,4% no PIB.

O levantamento faz referência a outros elementos que o impacto da banda larga surtiu. “Estima-se que mais de um milhão de novos empregos já foram criados na América Latina devido às implantações”, disse Juan Navas-Sabater, Especialista em Políticas de TIC do Banco Mundial. Segundo Sabater, grande parte dos países da OCD tem fundos de investimento de banda larga. No caso da Austrália, por exemplo, mais de 12% do programa completo de estimulo econômico se dedica à internet rápida. De acordo com o executivo, outros países seguiram este modelo, como Estados Unidos, Alemanha e Canadá. Tanto Sabater, como Flores-Roux e Mario Maniewicz ( Chefe do Departamento de Políticas de Desenvolvimento das Telecomunicações da Suíça), afirmam que os governos, para serem assertivos, devem ter foco na aceleração das velocidades e expansão da cobertura de acesso. Uma das polêmicas estabelecidas no Brasil é a respeito das metas de velocidade.

De acordo com especialistas, a meta de 1mbps é tímida, se comparada a de outros países. Sabater divulgou, por exemplo, que Singapura já tem projeto de 1GB para todos os cidadãos. Já países da Europa desejam estabelecer metas de, aproximadamente, 50mbps. Mesmo com a constatação de que 1mbps é considerado baixo, se comparado às velocidades dos países desenvolvidos, os quais o Brasil deseja se integrar, o assessor da Presidência da República, Cezar Alvarez ainda contesta, afirmando que 27% dos domicílios brasileiros ainda possuem internet inferior a 512kbps e que, para o Brasil, este é um bom passo para a inclusão digital. Para a implementação dos planos de banda larga na América Latina, os governos possuem um fundo específico para a área digital.

De acordo com Sabater, o Banco Mundial pretende canalizar os pilares de conectividade e transformação. Com a primeira, pretende promover as infraestruturas e com a segunda, as tecnologias e transformação dos setores.

http://www.ipnews.com.br/voip/infra-estrutura/banda-larga/paises-orientais-tem-metas-maiores-de-velocidade-para-banda-larga.html

Sobre Gustavo Lima

- Marketing pela Faculdade Integrada do Ceará; - Especialista em Comércio Eletrônico - Gestão de E-commerce (Internet Innovantion) - Marketing Digital pela Internet Innovation; - Professor das disciplinas Gestão Aplicada e Ética - WebExpert de Google AdWords - Twitter: @gustavolimamkt

Publicado em junho 23, 2010, em comércio eletrônico - marketing digital - brasil e china no comércio eletrônico mundial - internet: rede de pessoas., tecnologia. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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