Ecommerce: 6 passos a serem dados!

Confira 6 passos a serem dados para o sucesso no Ecommerce:

 
1. Fazer levantamento de produtos e como os concorrentes se comportam:

1ª fase – Será analisada a navegabilidade dos sites, com foco em conversão e o tipo de produtos comercializados.

2ª fase – Após todas essas informações, é enviado ao setor responsável pela criação do mix do site. E também em relação ao diferencial no layout é enviada a empresa responsável.

3ª fase – É necessário fazer a finalização do layout, junto com a informação já criada no primeiro passo, aderindo identidade visual + diferencial competitivo em otimização.

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2. Cadastro de órgãos competentes como E-bit, a negociação com os correios (ou outro operador logístico que oferecer maior vantagem, ainda Gollog ou Tamcargo), levantamento do custo de operação de envio.
3. Levantar todos os custos de transação para a definição do preço final do produto, ou seja, negociar as taxas de cartão de crédito e risco para saber quanto devem ser aplicadas. Com a finalidade de saber se o preço ofertado está coerente com o mercado e com os custos.

4. Definição de todas as políticas de trocas, devolução e comerciais, definido exatamente qual é a postura da empresa no comércio eletrônico, com foco na credibilidade, seriedade e competência.
5. Cadastramento de produtos, definição de estoque para cada referência, desenvolvimento de textos e imagens (orientação da consultoria), será necessário a contratação de uma pessoa com esse perfil: É necessário uma pessoa que tenha bom uso de internet (high-user), tenha uma boa redação e censo critico e que saiba passar clareza nos textos, além de deixa-los atrativos comercialmente com conhecimento especifico em SEO (do inglês, Search Engine Optimization).
6. Definição de processos básicos, como o de pedido, cadastramento no ERP, separação, organização, empacotamento e entrega. Levantamento de todo o material que será utilizado e pradozinação (caixas, etiquetas…) Importante ter um pessoa para essa função. (chama-se PPD).

 

Confira alguns ecommerce feito por Gustavo Lima (PentaTZ)

www.dfunstore.com.br

http://www.mariabalsanuff.com.br

Ação da OAB contra ICMS do comércio eletrônico será analisada pela PGR

O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu vistas à Procuradoria Geral da República (PGR) da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) em que o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil questiona as mudanças na legislação tributária relativa ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas transações on-line.
Na ação, a OAB questiona o artigo 11º da lei estadual 14.237, de 2008, juntamente com o artigo 6º do decreto 29.560, do mesmo ano, em que está prevista a exigência de um adicional de ICMS nas entradas de mercadorias ou bens de outras unidades da federação destinadas a pessoa física ou jurídica não inscrita no Cadastro Geral da Fazenda no Estado.

O tributarista Erinaldo Dantas Filho diz não ter dúvidas da inconstitucionalidade desse tributo.  Segundo ele, a legislação cearense ofende princípios previstos na Constituição, que diz que não se pode ter como fato gerador de um tributo uma operação interestadual ou intermunicipal. “Na minha opinião, o ICMS deveria pertencer ao estado consumidor”, disse.

O adicional, segundo os artigos do decreto também questionado pela OAB, são de 10% nas operações realizadas com produtos sujeitos à aliquota de ICMS de 25% e de 7,5% nas demais transações.
Disputa entre governos
A disputa entre os governos estaduais pela arrecadação do ICMS dá-se porque antes da lei estadual em questão, quando um consumidor cearense comprava pela internet todo o ICMS ficava com o Estado de origem do produto. Diferente do que acontece quando se compra em uma loja física, quando o Estado da origem do produto recolheria um percentual de ICMS de 7% e o restante ficaria na local de origem do consumo.
A OAB havia pedido a concessão de liminar para suspender os dispositivos contestados da legislação tributária do Ceará, contudo, ao analisar a ação, o ministro Dias Toffoli decidiu levar o caso ao Plenário, que deverá julgar diretamente o mérito do pedido. O relator também já requisitou informações do Governo do Ceará e da Assembleia Legislativa do Estado.

A @desconexo irá lançar seu e-commerce

  • EstampaEstampa

Está previsto até o final deste mês o lançamento do e-commerce da Desconexo (www.desconexo.com.br) e para isso a marca lançou a promoção nas redes sociais para descontos em toda a loja. Ai vai o link:  http://bit.ly/o2rzgF

A Empresa firmou parceria com a PENTATZ, empresa especializada em Comércio Eletrônico também sediada em Fortaleza. Com certeza isso será um sucesso!

Fraude na Operação com Cartões de Crédito

O comércio pela internet é, há algum tempo, um dos setores econômicos de maior crescimento no mundo.
Um dos fatores mais críticos para o sucesso de um empreendimento comercial on-line é a existência de um plano de prevenção de fraudes efetivo. Estimativas indicam que mais de 90% das novas lojas virtuais encerram suas atividades ou quebram no primeiro ano de vida, em sua grande maioria devido as fraudes on-line.

Na base da maioria das fraudes sofridas pelo comercio eletrônico estão, de um lado a escassa segurança e as limitações dos meios de pagamento e de outro a grande dificuldade prática em verificar e garantir a identidade do cliente/comprador. O problema fica ainda pior nos casos de prestação de serviços on-line sem entrega física de alguma mercadoria, pois fica mais difícil comprovar a efetiva justificativa para a cobrança.

Compras com cartões de crédito fraudulentos.

Neste caso o comprador golpistas aproveita os dados de um cartão de crédito que foi clonado ou roubado ou cujos dados estejam disponíveis por alguma razão (muitas vezes basta um xerox frente e verso), se passando pelo titular do mesmo e realizando a compra em nome dele. Alguns golpistas mais sofisticados procuram ter um cadastro completo do verdadeiro titular do cartão de forma a estar pronto em caso de ligação.

Chargeback

Existem fundamentalmente duas posturas possíveis e alternativas que podem ser tomadas para enfrentar o problema das fraudes no comércio eletrônico.
Terceirizar a solução do problema, sobretudo da segurança dos meios de pagamento, para empresas especializadas e estruturadas para fazer isso, ou criar uma estrutura de verificação própria com ferramentas e procedimentos sob medida para seu caso.

Alguns exemplos de empresas deste tipo (para o Brasil) são os seguintes:

http://www.pagseguro.com.br
http://www.moip.com.br
http://www.braspag.com.br
http://www.ipagare.com.br

No caso a escolha seja de criar uma estrutura de verificação interna, vale levar em conta os seguintes fatores e dicas:

O ponto fundamental diz respeito a validação da efetiva identidade do cliente, e conseqüentemente de seus meios de pagamento. Para tanto podem ser usadas ferramentas e fontes de validação de cadastro. Os dados solicitados no cadastro deverão ser escolhidos cuidadosamente com base nas necessidades do negócio.
O processo, via de regra, não pode ser muito demorado tanto em função do volume de transações quanto em função do custo e por fim da agilidade da aprovação do pedido face ao cliente. Por isso o uso de ferramentas automáticas de scoring ou de detecção de indícios de fraudes é bastante útil e recomendável.
É útil, quando possível, utilizar ferramentas de analise de risco e prevenção de fraudes ou ainda sistemas de scoring automaticos ou não.
Quando possível a validação ativa de dados de cadastro e outras informações através de contato telefônico pode ser muito importante. Por exemplo pedir a data de nascimento e logo em seguida a idade, avaliando o tempo de resposta, é um truque que muitas vezes funciona. Em alternativa um aprofundamento do formulário de cadastro já ajuda.
Em alguns casos, dependendo da situação e dos valores envolvidos, pode ser útil solicitar cópias de determinados documentos ou comprovantes por fax. Uma demora excessiva no envio destes documentos será sinal de forte suspeita.
Vale realizar o traceroute do IP para verificar, quando possível, a localidade de origem da conexão do cliente e comparar com o cadastro informado.

Em caso de suspeita de fraude, ou em alguns casos até de forma sistemática, poderão ser realizadas, entre outras, as seguintes verificações:

Validação do nome do cliente em relação ao CPF/CNPJ junto ao site da Receita Federal.
Validação de dados do cliente junto a sistemas de proteção ao credito (SPC, Serasa…).
Validação do BIN do cartão de credito (que indica qual o banco emissor do mesmo e é representado normalmente entre os primeiros 6 dígitos do número) que pode ser comparado com um campo solicitado no cadastro ou através de perguntas por telefone. Esta validação pode normalmente ser realizada através dos sites das operadoras dos cartões.

Boas ferramentas de prevenção e informação neste setor são oferecidas pelas seguintes empresas:

http://www.crivo.com.br
http://www.fcontrol.com.br
http://www.clearsale.com.br

Existem outras medidas de validação e verificação, aplicáveis e úteis na hora da aceitação de um meio de pagamento por via digital. Tais medidas usam, normalmente, fontes de informação preventiva (como as mencionadas acima, entre outras) em conjunto, as vezes, com ações de validação ativa (através de contato direto com o cliente). Empresas especializadas em prevenção a fraudes podem orientar na montagem de tais processos de validação.

Como as Compras Coletivas podem ajudar a sua loja virtual

O negócio de compras coletivas está bombando no Brasil. Mais de 10 milhões de pessoas já compraram cupons nos sites de Compras Coletivas em apenas 1 ano. Somente em janeiro de 2011 os seis principais players de compras coletivas no Brasil venderam mais de 1 milhão de cupons no país. São mais de 1.500 web sites em atividade, milhares de novas ofertas todos os dias.

O sucesso avassalador do negócio de compras coletivas não é uma moda passageira. É um modelo de negócio que veio para ficar e resolver um problema histórico do mundo do comércio eletrônico: a falta de espaço nas prateleiras da sua loja virtual para promover a imensa quantidade de itens semi-novos que você possui em seu catálogo de produtos.

A primeira vista os web sites de compras coletivas parecem excelentes ferramentas de marketing para comunicar grandes promoções e ofertas; mas, se você olhar de perto, vai perceber que a grande sacada dos sites de compras coletivas é oferecer um espaço matador para o comércio expor bons produtos e serviços que não tiveram tempo suficiente de exposição na prateleira.

Eu acredito que toda operação de comércio eletrônico deve olhar com carinho o negócio de compras coletivas e considerar seriamente a inclusão de algumas das suas funcionalidades na sua loja virtual.

Aqui vão algumas idéias:
1. A Criação do seu próprio Clube de Compras Coletivas

Por que entrar na fila de espera para promover a sua oferta em um grande clube de compras quando você pode criar o seu próprio clube de compras integrado a sua loja virtual? Com um clube próprio você pode criar e promover ofertas diariamente, integrar facilmente os cupons com a sua loja virtual, e amarrar a interface do clube com a sua própria identidade. Tecnologia existe, está disponível, e você deveria incluir no topo da sua lista de customizações.

2. Pré-Venda 2.0

Quando você coloca um novo produto para pré-venda na sua loja virtual, centenas ou milhares de clientes se inscrevem para comprá-lo. Entretanto, em média 70% desses clientes realmente confirmam suas compras quando o produto se encontra disponível para venda. O mecanismo das ofertas do clube de compras coletivas é uma espécie de Pré-Venda 2.0, onde o lojista pode utilizar o seu clube de compras para promover produtos que ele mesmo não sabe qual é o tamanho da sua demanda. Uma vez que as ofertas dos produtos só são validadas quando um número mínimo de vendas é atingido, o lojista consegue ter 100% de acuracidade nas vendas para fazer o seu planejamento de compras.

3. Oferta de Combos de produtos da loja com serviços de terceiros

Muitas vezes uma grande idéia de combo de produtos morre na sala de reunião porque a loja não tem interesse em comercializar um determinado serviço de terceiros que tem uma convergência bacana com um determinado produto vendido pela loja. É ai que entra o Clube de Compras que pode funcionar como uma excelente ferramenta de experimentação de novos produtos, serviços, fornecedores e ofertas.

4. Negociações Exclusivas com Fornecedores

Os seus fornecedores estão cheios de produtos sensacionais parados nos seus estoques por falta de espaço na prateleira do varejo. Com o clube de compras você poderia criar juntamente com o seu fornecedor ofertas matadoras de produtos que você ainda não tem em estoque, e vendê-los no formato de cupons antes mesmo de recebe-los.

5. Você decide quem leva cupom para casa

Com um clube de compras na mão, você poderia inverter o processo de emissão e distribuição de cupons. Você poderia emitir cupons para quem você quiser Você poderia distribuir cupons, por exemplo, para clientes que visitam uma determinada página de produto na sua loja virtual, ou curtem a página da sua empresa na Facebook, ou clicam em um determinado banner do seu e-mail marketing, ou mesmo para grupos de clientes de uma determinada localidade. As possibilidades são ilimitadas.

6. O free está na moda

Os sites de compras coletivas, os mecanismos de comparação, a sofisticação sempre crescente dos mecanismos de busca são algumas das tendências que somadas estão levando o cliente a trocar a fidelidade por marcas famosas pela fidelidade por preços. Os clientes de hoje estão procurando por cupons, ofertas, descontos, incentivos e frete grátis. Cresce todos os dias o número de clientes comprando em diferentes marcas em diferentes lojas. Ainda que esses diferenciais sempre estiveram presentes no comércio eletrônico, percebe-se que hoje mais de 50% dos clientes realmente valorizam essas iniciativas. Nos EUA, por exemplo, 70% dos consumidores americanos simplesmente não pagam fretes superiores a 4 dólares.

7. O Comércio Eletrônico se tornou viral

Com as compras coletivas, o comércio eletrônico finalmente se tornou um evento viral. Os clientes que compram em clubes de compras ajudam a loja virtual a espalhar a notícia da oferta para que eles mesmo possam desfrutar o mais rápido possível do desconto e produto desejado. Se você acredita em marketing viral, você tem que levantar as suas ofertas de compras coletivas imediatamente. Segundo estudos feitos pelos maiores sites de compras coletivas do país, o Brasil é o país com a maior taxa de recomendação de ofertas de uma pessoa para outra.

8. Do Online para o Offline

Os clubes de compras são ferramentas perfeitas para te ajudar a tirar clientes da frente do computador para a sua loja física e te ajudar a sofisticar ainda mais a sua integração multicanal. O objetivo final, é claro, é utilizar o seu clube de compras para aumentar as vendas do seu comércio eletrônico, porém, porque não ajudar as próprias lojas físicas a colocar produtos para fora, e reforçar a fidelização de clientes?

O modelo de Clube de Compras veio para ficar. Se bem utilizado pode ser uma poderosa ferramenta de marketing para a sua loja virtual transformar o seu comércio eletrônico em uma atividade ainda mais viral, social, exclusiva e interativa.

Fonte: Blog da Ikeda

Buscapé abre a Universidade Buscapé e oferece certificação em Ecommerce

Certificação BuscaPé

Faça o curso de e-commerce avançado para atualizar e aprimorar seus conhecimentos sobre comércio eletrônico, marketing digital e aplicação das melhores ferramentas oferecidas pelo grupo BuscaPé. Com isso você se torna um profissional qualificado e estará apto a ser um “BuscaPé E-commerce Professional Certified” se diferenciando no mercado. Para conquistar o certificado, é necessário ser aprovado num exame online aplicado no Portal da Universidade.

Após ser aprovado, você receberá o selo de certificação com a marca do BuscaPé, válido por dois anos. Poderá adicionar essa qualificação individual no seu currículo e no portfólio de sua empresa demonstrando suas habilidades e conhecimentos sobre e-commerce.

A certificação oferece diversas vantagens:
• Conhecimentos aprimorados, profundos e aplicação prática das ferramentas do Grupo BuscaPé
• Selo de certificação da Universidade BuscaPé permitindo destaque profissional e diferencial no mercado de e-commerce
• Visibilidade no Portal da Universidade BuscaPé, onde você será listado como um BEPC (BuscaPé e-Commerce Professional Certified)
• Tornar-se um consultor de e-commerce qualificado

 

Acesse

RH 2.0 – Recrutamento e Retenção de Talentos na Era das Mídias Sociais

Por Martha Gabriel*

Com a penetração cada vez maior das redes sociais online nas vidas das pessoas, cada vez mais as pessoas usam as plataformas digitais para conduzirem suas vidas e carreiras profissionais. Isso transforma o mercado, trazendo tanto oportunidades quanto ameaças para as empresas. Se por um lado as mídias sociais permitem se conhecer melhor os candidatos a contratar e, principalmente, acompanhar e monitorar os colaboradores da empresa, por outro lado, as mesmas mídias sociais colocam os colaboradores na rede para se expressarem e se conectarem com mundo. Nesse cenário, é extremamente importante que os profissionais de recursos humanos das empresas estejam preparados para aproveitar o novo ambiente digital, estabelecendo uma nova forma de gestão que alavanque o potencial humano da organização e minimize os riscos.

Esse artigo busca responder sucintamente duas questões principais que os profissionais de RH têm enfrentado diariamente: a) como selecionar candidatos utilizando o ambiente digital online e; b) como “acompanhar” os colaboradores da empresa nessas plataformas.

Antes de qualquer coisa, é importante lembrar que as organizações hoje contam com colaboradores de até três gerações – baby boomers, geração X, geração Y. Conhecer as características de utilização do ambiente digital online de cada geração é o primeiro passo para se fazer qualquer análise de seleção ou retenção profissional. Os baby boomers e a geração X tendem a usar as mídias sociais de forma muito distinta dos jovens da geração Y, tanto em frequência de uso quanto nas plataformas que escolhem.

Assim, para traçar uma estratégia de recrutamento e retenção de talentos por meio das mídias sociais, é necessário se levar isso em conta. Em outras palavras, se o profissional em questão (por exemplo, baby boomer) não utiliza as mídias sociais ou utiliza muito pouco, o recrutamento ou mesmo o monitoramento desse profissional nesses ambientes não será tão rico quanto para um profissional que utiliza essas plataformas de forma fluente, como normalmente ocorre com a geração Y. Dessa forma, deve-se sempre ter em mente o perfil e geração em que o profissional em questão se encontra.

Recrutamento 2.0
Usar as mídias sociais para recrutamento e seleção de talentos é uma prática cada vez mais comum. As mídias sociais oferecem informações valiosas para se conhecer melhor as pessoas, tornando mais fácil tanto conhecer seus interesses para atraí-las, quanto conhecer suas características profissionais e pessoais para análise e verificação da adequação do seu perfil à organização.

Segundo o vídeo Social Media Revolution 2011, baseado no livro Socialnomics, 95% das empresas que utilizam mídias sociais para recrutamento usam o LinkedIn. Somando-se isso ao fato de que o LinkedIn é o maior site de redes sociais mundial com foco em networking de negócios, e um dos que mais crescem (um novo membro entra no LinkedIn a cada segundo), isso o torna, sem dúvida, uma das principais plataformas para recrutamento e seleção. Mesmo os profissionais das gerações X e os baby boomers conhecem a importância do LinkedIn e mantêm perfis nessa rede.

No entanto, não só de LinkedIn deve viver a seleção e retenção de talentos. O perfil no LinkedIn é um bom ponto de partida, mas ele se limita principalmente às informações que o profissional apresenta sobre si. Logicamente que podem haver depoimentos e outras informações que ampliam a informação do profissional, mas, ainda assim, existem outras formas de se ampliar ainda mais o perfil para seleção.

Uma busca no Google e uma pesquisa nos outros sites de redes sociais podem ser bastante interessantes, como SlideShare, Youtube, Twitter, Facebook, por exemplo. Assim, vejamos o que cada uma dessas plataformas pode acrescentar ao perfil do profissional (entre parênteses, na frente de cada uma está a predominância das informações que são obtidas em cada rede):

LinkedIn (profissional) – Fornece informações profissionais, habilidades, formação, áreas de interesse e avaliação do networking do candidato. O tamanho e qualidade da rede de relacionamentos do profissional, por exemplo, podem oferecer informações valiosas sobre o perfil profissional da pessoa.

SlideShare e Scribd (profissional) – Esses sites são os principais repositórios de apresentações. Profissionais que tenham perfis e apresentações nessa plataforma mostram suas habilidades de preparar apresentações e que tipo de conteúdos dominam (já que teoricamente, montaram apresentações sobre os mesmos). Alguns profissionais (como eu, por exemplo) conectam automaticamente o seu perfil do SlideShare com o LinkedIn, de forma a apresentar os conteúdos no perfil profissional diretamente.

Youtube (profissional e pessoal) – Uma busca pelo nome da pessoa no Youtube pode fornecer informações tanto sobre as características pessoais quanto profissionais de um candidato. Descobrir que pessoa tem vídeos sobre um hobby, por exemplo, pode ampliar as informações de perfil do candidato. Vídeos com atuação profissional da pessoa, também ampliam o perfil nessa área. Um fato especialmente interessante no caso de vídeos é que eles revelam outras dimensões sobre a pessoa que não podem ser avaliadas em outras plataformas, como expressão corporal  e oral e apresentação pessoal. Encontrar vídeos do candidato falando outra língua, pode revelar a fluência real da pessoa no outro idioma. Se o profissional tem um perfil/canal no Youtube, isso pode revelar bastante sobre suas preferências.

Twitter (profissional e pessoal) – O perfil no Twitter revela informações sobre os interesses da pessoa e o seu ritmo online. Não apenas as mensagens postadas podem oferecer dados importantes, mas também sua frequência, quem a pessoa segue, que tipo de informação ela fornece sobre si mesma na sua página de perfil, como é sua foto, background, descrição da bio etc. Devido às características inerentes de limitação no tamanho da mensagem e ritmo, o perfil no Twitter pode revelar, inclusive, o quanto uma pessoa é mais reservada ou expansiva, mais crítica ou comedida, se é prolixa ou não, o quanto é popular e em que áreas, o quanto é informacional, técnica etc.

Facebook e outras redes horizontais, como o Orkut (pessoal) – Todo profissional é uma pessoa, e o modo como essa pessoa se relaciona com amigos e conhecidos oferece informações importantes sobre seu comportamento pessoal e valores. As pessoas também conversam de trabalho em suas redes pessoais e muitas vezes se expressam mais livremente nas plataformas de relacionamentos pessoais, como o Facebook e Orkut, do que em plataformas de relacionamento profissional, como o LinkedIn. Assim, buscar as comunidades e grupos que a pessoa frequenta pode dizer muito sobre ela. Existem casos famosos de profissionais que foram rejeitados em seleção porque participavam de comunidades e grupos do tipo “eu odeio trabalhar”. Essas informações certamente não são publicadas no perfil do LinkeIn. Outras informações interessantes que podem ser obtidas nessas redes são hobbies, atividades extra profissionais etc, que podem contribuir na construção do perfil profissional/pessoal do candidato.

Google e outros buscadores (profissional e pessoal) – Fazer  uma busca no Google pelo nome da pessoa traz um panorama da pessoa no ambiente digital, considerando-se todas as plataformas indexáveis (como LinkedIn, Youtube, SlideShare, Facebook, Twitter, blogs, sites, páginas etc.). Isso amplia o perfil traçado por meio das informações obtidas apenas nos sites de mídias sociais apresentados acima, pois muitas vezes, o profissional é citado em blogs, sites, fóruns etc. Isso pode fornecer informações valiosas para análise e balanceamento de informações entre os perfis pessoal, profissional e atuação pública da pessoa. Uma pessoa que não aparece nas buscas, por exemplo, mostra que tem pouca atividade digital e pode também revelar que não é relevante no mercado, já uma pessoa relevante é bastante citada por outras, mesmo que ela não tenha perfis próprios no ambiente digital.

Além dos sites apresentados acima, é interessante buscar pela pessoa em sites de redes sociais e fóruns específicos da área de conhecimento que se deseja. Muitas vezes, os fóruns específicos são a melhor fonte de informações sobre as habilidades técnicas e profissionais de uma pessoa. Outras fontes interessantes para obter informações sobre pessoas são o SPOKEO.com e 123people.com.br – esses sites fornecem um mini dossiê da pessoa baseada em sua atividade online. O site Geni.com traça a árvore genealógica da pessoa, baseado nas conexões online em suas redes.

Logicamente, as informações obtidas online só terão valor se analisadas adequadamente pelo profissional de RH, de forma a considerar a geração a que o candidato pertence e analisando os relacionamentos entre os dados para análise de perfil.

Monitoramento de Colaboradores da Empresa
As mídias sociais e o ambiente digital online oferecem um ambiente propício para a expressão pessoal dos colaboradores – e isso pode trazer oportunidades e ameaças para os profissionais de recursos humanos das empresas.

A principal oportunidade é conhecer melhor os colaboradores por meio do monitoramento dos mesmos em suas atividades online – isso permite que a empresa ouça e se aperfeiçoe e também para que possa aproveitar melhor os talentos. Quanto a ameaças, as principais referem-se à segurança da informação e manutenção da imagem da empresa – publicação de fotos e dados sigilosos em perfis pessoais bem como a postagem de comentários negativos sobre a empresa nas plataformas digitais feitos pelos colaboradores de uma empresa podem afetar tanto sua imagem quanto os negócios. Assim, é essencial desenvolver uma estratégia de monitoramento e acompanhamento dos colaboradores.

Nesse caso, os mesmos sites e ferramentas digitais apresentados aqui para recrutamento e seleção podem ser usados para monitoramento dos colaboradores. No caso de monitoramento de colaboradores, no entanto, o ideal é se fazer a busca do nome do colaborador junto com o nome da empresa (e/ou seus produtos) de forma a identificar de forma mais direta as menções feitas da empresa por seus colaboradores.

É importante, no entanto, ressaltar aqui Empresas 2.0 são formadas por Pessoas 2.0, e que Pessoas 2.0 são formadas com Educação 2.0. Dessa forma, tão importante quanto o monitoramento dos colaboradores (que serve para ajustes de atuação da empresa e para auxiliar na gestão dos recursos humanos) é a educação desses colaboradores para entenderem como atuar nos ambientes online alinhados com a organização. Para tanto, é essencial que as empresas desenvolvam urgentemente políticas para nortearem os colaboradores em suas atuações online e programas de educação para que eles usem da melhor forma os recursos online para enriquecerem tanto sua colaboração na organização quanto sua carreira profissional.

* Martha Gabriel é engenheira (Unicamp), pós-graduada em Marketing (ESPM), pós-graduada em Design Gráfico (Belas Artes, SP), mestre e doutoranda em Artes (ECA/USP). CIO da NMD New Media Developers, ganhadora de 11 Prêmios iBest entre 1998 e 2005 como desenvolvedores web. Professora dos cursos de MBA da BSP Business School São Paulo, Universidade Anhembi Morumbi, UFPR Universidade Federal do Paraná. Autora de dois livros de marketing digital – “Marketing de Otimização de Buscas na Web: Conceitos, Técnicas e Estratégias”, Ed. Esfera, 2008, e “SEM e SEO – Dominando o Marketing de Busca”, Ed. Novatec, 2009 e “Marketing na era digital”, Ed. Novatec, 2010. Site: www.martha.com.br / e-mail:martha@martha.com.br / Twitter: @marthagabriel

Novo consumidor do e-commerce é da baixa renda

Em média, a base da pirâmide gasta praticamente o mesmo que a classe AB a cada compra

 

Engana-se quem pensa que o comércio eletrônico é um território pouco conhecido pela baixa renda. Mais do que pesquisas de preço, os consumidores emergentes têm utilizado a internet para adquirir produtos, especialmente de categorias como eletrodomésticos e eletrônicos. Os valores competitivos oferecidos na web e a facilidade de parcelamento são alguns dos fatores que têm motivado os consumidores destas classes a comprar online.

De acordo com um levantamento da e-bit, do total de pessoas que adquiriu um produto na internet pela primeira vez no primeiro semestre de 2011, 61% possui renda familiar igual ou menor a R$ 3 mil. Os números são um indicativo de que a base da pirâmide está mais conectada e consumindo: em 2009, 44,6% dos e-consumidores do mercado brasileiro pertenciam, na melhor das hipóteses, à classe C. Este quadro mudou e, no primeiro semestre deste ano, o percentual subiu para 46,5%, correspondendo a cerca de cinco milhões de novos consumidores.

“A popularização da internet e do comércio eletrônico atraiu um perfil de consumo mais amplo, que passa a fazer compra de produtos com ticket médio maior, como máquina de lavar e geladeira. O consumidor emergente tem ao seu lado o parcelamento, a percepção de preços menores e a comodidade”, explica Alexandre Umberti, Diretor de Marketing da e-bit, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Maioria feminina
Em relação ao perfil, a maioria dos novos consumidores é feminina, com 55% de mulheres do total de novos entrantes da classe C. Já a média de idade fica entre 35 e 49 anos, a faixa mais representativa também para o e-commerce como um todo. Ainda segundo a pesquisa da e-bit, a região Sudeste possui a maior fatia dos novos e-consumidores de baixa renda, com 64%, seguida pelo Nordeste e pelo Sul, com 14% e 12%, respectivamente.

O aumento de referências positivas sobre a experiência de consumir online, seja de amigos, parentes ou até mesmo usuários de redes sociais, vem contribuindo para o crescimento das compras realizadas na internet por parte das classes C e DE. Basicamente, a diferença entre estes consumidores e os do topo da pirâmide é a frequência de compras.

Enquanto o ticket médio geral do varejo eletrônico no primeiro semestre de 2011 foi de R$ 355,00, a baixa renda gastou R$ 320,00 a cada compra. Quando analisadas apenas as pessoas dessa faixa de renda que fizeram sua primeira compra no mesmo período, o valor médio é ainda maior: R$ 340,00, contra R$ 330,00 em 2009.

Grandes players emprestam credibilidade
Se por um lado os consumidores emergentes compram itens mais caros, com um intervalo de tempo maior, por outro, o topo da pirâmide está presente em praticamente todas as categorias do e-commerce, o que explica a proximidade do ticket médio. “A classe AB compra de tudo, desde os mesmos produtos que a C, como geladeiras e TV LCD, até itens mais corriqueiros, caso de medicamentos, perfumes, livros, CDs e DVDs”, conta o Diretor de Marketing da e-bit.

Apesar da similaridade no comportamento de todas as classes sociais, categorias como livros, revistas e jornais não são tão representativas entre a base da pirâmide, enquanto telefonia e celular ganham mais destaque nas compras dos consumidores dessa faixa de renda. Outro movimento importante para o aumento das compras online efetuadas pelos emergentes é a chegada de grandes players do varejo na internet.

Nos últimos três anos, os brasileiros viram redes como Casas Bahia, Walmart e Carrefour lançarem suas lojas virtuais. Mas, ao contrário do que a maioria possa pensar, as classes C e DE não estão inclinadas a comprar apenas em varejistas eletrônicos que estejam também presentes em pontos de venda físicos.

“Perceber a presença dessas marcas é importante. Os consumidores emergentes começam a desbravar a internet e entender que existem outras formas de confiar numa loja. Quando uma grande marca chega à web, o consumidor pensa que, se está na internet, é porque o ambiente online é seguro. A internet como um todo ganha credibilidade”, acredita Umberti.

 

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing | 02/08/2011
sylvia@mundodomarketing.com.br

#vagas no #marketing #jobs

*CMGB CONSULTORIA SELECIONA PARA EMPRESA NO RAMO DE NEGÓCIOS PELA INTERNET

ASSISTENTE DE MARKETING

Ø  Escolaridade: Desejável superior cursando em Publicidade e Propaganda, Marketing ou Administração.

Principais Atividades do Cargo:

Ø  Administração de site de compra coletiva;

Ø  Atendimento a empresas clientes e usuários;

Ø  Monitoramento de agenda de promoções;

Ø  Controle de contratos e pagamentos.

Pré-requisitos:

Ø  Experiência administrativa em empresas de serviços;

Ø  Noções de arquivamento de contratos;

Ø  Desejável experiência em administração de sites de compras coletivas

Ø  Habilidade com Word, Power Point, Excel e Outlook.

Perfil:

Ø  Habilidade no ambiente virtual;

Ø  Facilidade de aprendizado;

Ø  Boa fluência verbal e escrita;

Ø  Extrovertido;

Ø  Comprometido;

Ø  Criatividade;

Ø  Polidez.

Horário de Trabalho: Seg – Sex (8h às 18h – 2h de almoço)

Remuneração: salário fixo + VT + VA

Local de Trabalho: Fortaleza – CE

Só serão aceitos currículos que informem a PRETENSÃO SALARIAL e atendam a todos os pré-requisitos!

Os interessados deverão enviar currículo para selecao7@cmgb.com.br , com o título “assistente de marketing” no assunto

 

 

 

 

Função: Gerente de E-commerce – O que é?

Gerente de E-commerce

Descrição do Cargo de Gerente de E-commerce

Gerenciar, coordenar e controlar projetos de comércio eletrônico, envolvendo os produtos do site, cobrança on-line, logística e produtos de clientes. Organiza a prospecção de novos produtos a serem disponibilizado na loja virtual.

Formação necessária para ser Gerente de E-commerce

Em geral, gerentes de E-commerce são profissionais com pós graduação e muita experiência em informática, administração de empresas e gestão de negócios.

Formação Básica

Podem ser formados em engenharia (sobretudo a da computação, eletrônica, ou de telecomunicações), ciências da computação, sistemas de informação, matemática ou, eventualmente, administração de empresas, desde que complementada por especialização em informática.

Formação Adicional

Em função da inovação tecnológica, a permanência no mercado de trabalho requer atualização contínua dos profissionais. Sólidos conhecimentos de inglês são indispensáveis. Devem ter conhecimento de dinâmica organizacional, planejamento estratégico, contabilidade gerencial, matemática financeira, finanças corporativas, marketing estratégico, gestão de recursos humanos, gerência de operações, gestão de materiais

Mercado de Trabalho para Gerente de E-commerce

Mercado de trabalho em expansão.

Aspectos Favoráveis

Os profissionais podem trabalhar em atividades industriais, comerciais e de serviços de informática e áreas conexas, em atividades econômicas como: financeira, comunicação e comercial em geral. De acordo com o avanço da tecnologia e crescimento da internet, este segmento mostra boas perspectivas de trabalho.

Fonte: Gerente de E-commerce – descrição de cargo