Arquivo da categoria: status
O QR Code Quick Response Code é uma…
O QR Code (Quick Response Code) é uma espécie de código de barras bi-dimensional, criado em 1994 pela empresa japonesa Denso Wave. Mesmo em baixas resoluções, com imagens feitas por câmeras VGA, como aquelas encontradas nos celulares mais básicos, o código pode ser interpretado rapidamente e sem erros.
O QR Code tem capacidade de armazenamento de 7.089 números ou 4.296 caracteres alfanuméricos, podendo ser utilizado na indústria, no comércio, na publicidade ou até mesmo para uso pessoal.
O QR Code pode servir, por exemplo, para armazenar o endereço de um site ou blog, como um cartão de visita, currículo, convite, e o que mais a sua imaginação mandar.
Para fazer a decodificação você deve iniciar o aplicativo de leitura de QR Code no seu celular, apontar sua câmera para o código e pronto!
Para utilizar o QR Code você vai precisar do seguinte:
1. Um gerador de QR Code
2. Um celular com câmera e um leitor de QR Code instalado nela
Celular com câmera + Leitor de QR Code
Para baixar o leitor para seu celular siga as instruções do site (clique na imagem abaixo para abrir o site):
qr code reader Aprenda a usar o QR Code
O site da Kaywa disponibiliza uma lista de celulares compatíveis com seu leitor: http://reader.kaywa.com/phones
Se o seu celular não for compatível com o leitor da Kaywa você pode enviar um e-mail para eles ou pesquisar na internet: http://migre.me/AqF
Pesquise também outros geradores de QR Code: http://migre.me/Ase
E então, gostou desta tecnologia? Tem alguma dica ou dúvida sobre as aplicações, leitores e geradores de QR Codes? Envie seu comentário!
Compras coletivas e disputa entre Orkut e Facebook…
Compras coletivas e disputa entre Orkut e Facebook darão o tom da web no país
A explosão dos sites de compras coletivas e o acirramento da disputa entre o Orkut, do Google, e o Facebook no mercado de redes sociais devem dar o tom da web brasileira neste ano, segundo o presidente de marketing services para a América Latina da Serasa Experian, Juliano Marcílio, que participou do WebExpoForum 2011, evento promovido pela revista TI Inside e organizado pela Converge Comunicações.
O executivo diz que os sites de compras coletivas estouraram em acesso no país a partir de meados do ano passado e que esse crescimento exponencial continuará ao longo deste ano. “Esses sites ganharam relevância no país após a Copa do Mundo de 2010 e agora mantém uma curva ascendente”, disse Marcílio.
Ele informa que o Groupon é o líder em acessos no Brasil, detendo 49% de participação de mercado, seguido respectivamente pelo Peixe Urbano, com 14,2%, e pelo ClickOn, com 10,5%. Estudo realizado pela Hitwise, divisão de pesquisas de internet da Serasa Experian, revela que o tráfego dos sites de compras coletivas é gerando, igualitariamente, por e-mail e redes sociais.
No que diz respeito especificamente às redes sociais, Marcílio observa que o Orkut, do Google, apesar de líder absoluto de mercado no Brasil, está perdendo espaço para o Facebook. De acordo com pesquisa apresentada por ele, a participação de mercado do Orkut no país recuou de 62,59%, em janeiro de 2010, para 57,28%, em dezembro do mesmo ano.
Enquanto isso, na mesma base de comparação, a representatividade do Facebook registrou expansão, saltando de 1,93% para 6,39% sobre o total de acessos a redes sociais. O Twitter fechou dezembro do ano passado com market share de 2,65%, contra 1,72% de janeiro de 2010.
No entanto, Marcílio pondera que o Facebook não deve alcançar o Orkut ainda neste ano, apesar de o seu crescimento ser bastante superior ao da rede social do Google. “Neste ano, o Facebook ainda não deve ultrapassar o Orkut, mas tende a equilibrar um pouco as forças”, avalia.
Recurso permitirá que usuários impeçam que determinados sites…
Recurso permitirá que usuários impeçam que determinados sites apareçam nos resultados; objetivo é evitar técnicas de black hat SEO.
A Google anunciou nesta quinta (10) a implantação de um sistema em seu mecanismo de busca que permitirá ao usuário bloquear o aparecimento de determinados sites nos resultados da pesquisa.
O funcionamento é simples. Ao clicar em um site e retornar à página de resultados (provavelmente por não ter ficado satisfeito com o que foi exibido), o usuário irá ver uma nova opção: impedir que aquele site apareça em buscas futuras.
Essa configuração é salva automaticamente na conta Google do usuário, logo, só funciona se ele estiver logado.
De qualquer forma, o mecanismo avisará que os resultados não estão completos por conta dos bloqueios, juntamente com uma opção para mostrar o conteúdo completo. Também será possível gerenciar essa “lista negra” nas opções do Google.
Leia mais: Black Hat SEO: Mentir para o Google traz sérias consequências
O sistema de bloqueio irá ao ar nos próximos dias. Inicialmente, irá funcionar somente em inglês e para usuários do Chrome 9 ou superior, Internet Explorer 8 ou superior, e Firefox 3.5 ou superior.
A empresa havia anunciado uma extensão para o Chrome que faz basicamente a mesma coisa, exceto pelo fato de funcionar acoplada ao navegador, em vez de ser baseada na nuvem.
A Google tem sido alvo de críticas recentemente porque seu mecanismo de busca está sendo contornado por spammers, que usam técnicas conhecidas como black hat SEO (otimização de buscas fraudulenta) para que sites com pouca relevância apareçam nas primeiras posições ou pelo menos na primeira página dos resultados.





