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ChargeBack: Pode ser mais fácil evitar!

Chargeback – De quem é a Responsabilidade?

Chargeback é o não-reconhecimento da compra pelo portador do cartão de crédito.

Quando a compra é presencial, o lojista deve colher a assinatura do cliente e verificar o documento de identidade do portador. Assim, estará garantindo o recebimento do valor da compra.

Quando a compra é não-presencial (internet e televendas), não é possível saber se quem está efetuando a compra é de fato o portador do cartão. Se o portador do cartão não reconhecer a compra (chargeback), irá solicitar o estorno, que é de responsabilidade do lojista e não das administradoras de cartão.

Acreditem, 20% das transações no e-commerce sofrem isso (Dados da Cielo)

O que fazer? Rápido e Barato!

A ClearSale tem o M-ClearSale que é uma Ferramenta de monitoramento desenvolvida para lojistas com pequenos volumes de transação. Informa a faixa de score para todos os pedidos (gratuito para clientes Redecard). Possui opção de upgrade para as soluções T-ClearSale e TG-Clearsale.

Quanto custa

Faixa de Risco Gratuita. A Consulta pode variar de R$ 1,60 (para clientes Redecard), a R$ 2,00. A Decisão varia conforme faixa de Risco: Baixo (R$8,00), Médio (R$10,00), Alto (R$12,00) e Crítico (R$14,00). O Garantido também varia conforme faixa de risco: 1% a 4%, ou o valor das faixas da Decisão.

Diferencial
Toda a expertise que a ClearSale coloca à disposição dos grandes players de maneira acessível para quem ainda tem baixo volume, com a possibilidade de up-grade para os produtos T-ClearSale ou TG-ClearSale.
Quer dar uma olhada?
http://portal.clearsale.com.br/Gest%C3%A3odeRiscodeFraude/MClearSale.aspx

Outra coisa que é bacana é a FControl que está com uma EXCELENTE PROMOÇÃO. São 3 meses GRÁTIS!

O sistema FControl pode ser facilmente implantado em sua loja virtual. Através de linguagem html ou Web Services seu desenvolvedor não terá dificuldades de fazer a integração com o FControl.
Você pode utilizar o FControl por 3 meses sem custo para proteger sua loja. Após o preenchimento do formulário abaixo você receberá em seu email as intruções para realizar a integração com o FControl bem como o manual de utilização do sistema.

Quer ganhar essa?
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#imperdivel MANHÃ COM A TROPA @quarteldigital

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Quartel Digital vem ai!

Atualmente o que mais se tem escutado no mercado é sobre a falta de profissionais de marketing digital competentes e que aliem o conhecimento teórico com a prática do dia a dia. A demanda por tais profissionais é bem maior do que a oferta destes no mercado. O resultado são alguns dos mais altos salários da indústria da tecnologia da informação para recém-contratados. A indústria de marketing digital está em crescimento exponencial e a demanda por profissionais é crescente.

Por isso, a Quartel Digital está trazendo para Fortaleza/CE o Curso de Capacitação e Certificação de Consultores de Marketing Digital. Um curso em que os profissionais aprenderão a aplicar a metodologia 8 Ps do Marketing Digital, desenvolvida por Conrado Adolpho, autor do Best-seller Google Marketing e maior especialista nacional sobre o tema.

Esta metodologia pode ser aplicada em empresas dos mais diversos portes, seja como consultor, seja como colaborador do departamento de marketing ou mesmo proprietário de seu próprio negócio.
Participe do evento que veio para mudar o cenário do marketing digital no país. Descubra nessa página porque você – profissional de marketing digital – ou porque você – profissional liberal, micro ou pequeno empresário – deveria participar desse curso.

FAÇA AGORA SUA INSCRIÇÃO – AS VAGA SÃO LIMITADAS

Profissão: E-commerce

As carreiras de analista de sistemas, webdesign, analistas de mídias digitais e marketing digital, segurança da informação e arquitetura da informação estão entre as mais procuradas por recrutadores para o setor.

Enquanto a expansão de grandes lojas do varejo segue a todo vapor para o mundo virtual, cresce a procura por profissionais preparados para a dinâmica de vendas online.

“Não há dúvidas de que há um ‘filão’ para profissionais interessados em entrar nesse mercado, com um crescimento apontado pelo setor de 30% ao ano”, explica André Assef, diretor operacional da consultoria Desix.

Se uma boa parte da economia deve migrar para o e-commerce nos próximos anos, aqueles que buscam colocação profissional na área devem ficar de olho nas mudanças do cenário.

“Constante atualização e foco em inovação são características esperadas desses profissionais e, por isso, eles devem sempre buscar especializações, voltadas para as particularidades da web”, diz Assef. Para o especialista, o desafio de quem trabalha na área é tornar o processo de compra cada vez mais dinâmico e atraente, de olho na experiência do usuário.

As carreiras de analista de sistemas, webdesign, analistas de mídias digitais e marketing digital, segurança da informação e arquitetura da informação estão entre as mais procuradas por recrutadores para o setor. Adquirir experiência em passagens por empresas na web ou ter conhecimento do que direciona o tráfego em internet é bem visto na hora de procurar emprego.

“Uma loja Onlinese desdobra em várias profissões necessárias, cabe ao profissional graduado se especializar no segmento desejado”, explica Assef.

É legal um vendedor cobrar preços diferentes para o pagamento à vista e outro para pagamento a prazo, com cartões de crédito?

É legal um vendedor cobrar preços diferentes para o pagamento à vista e outro para pagamento a prazo, com cartões de crédito? Depende.

Você pode dar desconto sobre o preço anunciado quando o pagamento é feito à vista. O varejo costuma eliminar os custos do processamento e prazo do cartão de crédito, e repassam essa vantagem ao consumidor.

Essa prática é legal. E ajuda a vender mais. O Código de Defesa do Consumidor proíbe a veiculaçãode informações que induzam o consumidor ao erro, a respeito de qualquer caráter do produto – inclusive seu preço. Dessa forma, não é permitido anunciar preços diferentes para o mesmo produto, nem cobrar valores maiores para o pagamento feito através de um meio específico de pagamento. Ou seja, não há nada errado em anunciar um preço, e oferecer descontos para determinadas formas de pagamento. Trata-se de uma promoção simples e legal.

 

 

 

Gente diferenciada

Pregar relacionamento digital com o consumidor e não ter o DNA Digital dentro da própria empresa não tem coerência, alerta consultor

“As opiniões são as mais desencontradas”,
Gilberto Freyre, Casa Grande e Senzala.

Nas últimas semanas, minha amiga Aline, que trabalha para um dos mais significativos provedores de soluções que envolvem Marketing Digital e serviços Web 2.0, esteve envolvida em um projeto com um dos maiores anunciantes do mercado brasileiro.

Este anunciante, vale ressaltar, sabe combinar muito bem as opções existentes em seu mix de marketing, usando todas as mídias de forma consistente e, além disto, sabe trabalhar como ninguém no mercado os canais digitais de relacionamento com seus consumidores.

O tempo todo em seu Twitter existem novidades e fatos relevantes para os consumidores, sabem explorar Facebook e Orkut de maneira exemplar, possuem vídeos interessantes no Youtube, e mesmo em mobile marketing, algo que o mercado ainda está aprendendo a utilizar, já tem alguns casos de sucesso, ressaltados, a todo momento, por outros profissionais do mercado.

Durante as atividades deste projeto, uma área interna do cliente estava envolvida e a Aline precisava acessar o YouTube, Twitter e o Facebook para mostrar como sua solução poderia ser utilizada para monitorar a concorrência e suas ações, para comparar os desempenhos das atividades. Porém, quando ela tentou mostrar sua solução para os colaboradores, através da sua conexão de rede da empresa, foi informada que o acesso a estes sites era bloqueado.

A Aline não entendeu nada. Se o tal anunciante fica pregando o tempo todo que o uso de mídias sociais é importante para seus consumidores, como é que seus colaboradores não conseguem ter um acesso mínimo para monitorarem a concorrência, capacitarem nas tendências de mercado ou estarem em sintonia com o que seus clientes estão recebendo ou buscando de informação?

A Aline me procurou para compartilhar este fato e saber minha opinião. Infelizmente, disse a ela, isto é muito mais frequente que a gente imagina. Como se sabe, um dos grandes alavancadores do uso da Internet foi o email. Só que, infelizmente, quando começou a ser utilizado, os usuários eram vítimas da pornografia.

Era email para cima, para baixo e para tudo que é lado, com fotos, textos, piadas, pornografia, e uma gama de assuntos nada relevantes para o ambiente profissional. Hoje, na maioria das empresas, se o email para de funcionar, ninguém mais consegue trabalhar. O email virou uma aplicação de missão crítica de negócios, e isto poucas pessoas ainda enviam utilizando o computador ou o email da empresa, foi através de um processo de aprendizado contínuo.

Quanto tempo ainda será que vai demorar até que a liderança corporativa enxergue que o uso correto das mídias sociais no ambiente de trabalho pode aumentar a produtividade dos funcionários, permitir uma melhor interação entre clientes, fornecedores e parceiros de negócio? Ainda, quando as mídias sociais irão ser utilizadas como uma ferramenta que permita a criação de novos produtos, melhoria de serviços e agilidade nas relações internas e externas das corporações?

Eu, sinceramente, como um dos defensores deste novo modelo de trabalho, espero que seja breve. Entretanto, com experiência e um olhar crítico por tudo que já ocorreu no passado, sei que irá demorar um pouco. Só que, na hora que vier, será mais rápido e poderoso, causando impactos até então não imaginados.

E como a Aline deve trabalhar com este cliente? Minha dica foi: mostre os benefícios de sua solução para a área que irá utilizar. Se ela tiver sucesso nisto, o próprio gestor da área irá conseguir acesso para suas equipes. Demonstre que outras empresas já passaram por este momento e como elas estão conseguindo ser mais produtivas sem as amarras e restrições.

Acima de tudo, não adianta ter propagandas maravilhosas se o DNA Digital não estiver disperso por toda organização. E, empresas, por favor, parem de tratar seus funcionários como gente diferenciada.

Mario Faria (Professor do MBA das disciplinas de Marketing e Estratégia da Business School São Paulo e consultor. E-mail: mario.faria@prof.bsp.edu.br)

Mundo do Marketing (www.mundodomarketing.com.br)

Portal HSM
27/05/2011

Como contratar um Gestor de Ecommerce (Atualizado) Junho

Desenhar site já deixou de ser algo surpreendente há muito tempo na internet.

Hoje há grande diferença em você saber transformar dados em negócios rentáveis e lucrativos.

E como entender tudo em relação a este universo?

Hoje, muitas empresas que trabalham no offline¹ e se encorajaram para entrar de fato no online e atrair novos clientes e negócios, mas ainda não criaram toda a maturidade para compreender esse novo aspecto.

É comum hoje vermos algumas seleções para a área, e como será o perfil desejado?

Primeiro, vou descrever a forma como eles pensam:

- Preciso de um programador, alguém que saiba mexer com PHP, ou ainda em casos extremos preciso de alguém como experiência em vendas.

Para as duas coisas vai algumas perguntas:

Como eu ofereço o meu produto a alguém que eu não posso conversar, nem chamar atenção pelos meus gestos (para muitos isso é um desafio impossível)?

Com a internet as lojas perderam o poder de negociação com o clientes, os clientes escolhem numa velocidade muito maior o que quer, de quem quer e o quanto quer pagar. Mais um desafio!

Lembrem-se, estar na internet não significa só ter um site e pronto.

Além de tudo alguns conhecimentos são super necessários como, pagamento, logística, marketing, matemática financeira, estatística e afim. Lembre-se apenas a experiência de ter um dia comprado em um grande varejista não é suficiente.

 

Quais seriam as perguntas que o RH deveria perguntar ao tentar programar uma seleção:

  • Qual perfil eu preciso contratar?
  • Como funciona um negócio online?
  • Como esse tipo de negócio pode atrair maiores e melhores clientes para o meu negócio?
  • Quais as vantagens de ter um negócio online?

Perguntas aparentemente complexa, porém se respondidas de forma correta poderá trazer melhores resultados para os negócios.

Ai vai algumas ficas:

Contrate alguém com mais formação que o necessário, apenas pessoas da TI podem possuir visão focada em outro aspecto, contrate alguém do marketing ou da administração. Como essa pessoa estudou algo mais amplo você poderá ter alguém que observe o todo. Claro que existem profissionais com todos os conhecimentos citados acima.

Pós-graduações são sempre bem vindas, hoje existem em nosso país pós em COMÉRCIO ELETRÔNICO, quem sabe lá estará o seu gestor. Nessas pós-graduações o ensinamento é bem completo e ao contrário que alguns podem pensar não se trata de um CÓDIGO EM PHP. Isso é um grande negócio.

Criativos, inquietos e multifacetados, característica da geração Y, essas são bons, conseguem ter visão critica em relação ao negócio e conseguem recriar uma melhor dimensão e entendimento sobre o que precisa ser feito e administrado. Além disso, os próprios hábitos destes são basicamente iguais ao do e-consumidor² é mais fácil que esse identifique as necessidades dos consumidores, mas isso não é uma regra.

Todo mundo entende de juros simples, juros composto? Matemática Financeira, pesquisa de mercado, comunicação digital? Isso tudo é preciso saber. Como identificar e negociar os melhores juros com banco? Juros à prazo ou desconto? Como entender as previsões do mercado? Contratar um cartão de crédito ou usar o modula é melhor por conta da negociação de juros ou é melhor esperar o dinheiro girar? Tá vendo, são aspectos completos.

Existem empresas no Brasil que estão passando por uma batalha e não consegue obter sucesso devido não saberem do que precisam. Pessoal mais atenção!

Na hora de contratar, fique esperto. Não se trata de um código em PHP e sim de um grande e crescente negócio!

1. (offline) termo usado para dizer que empresas que não atuam via internet, que não possuem ramificação (o contrário de online); 2. (e-consumidor) consumidor que compra na internet.

Conteúdo do Curso de ADWORDS

O Google AdWords é hoje o serviço de links patrocinados de maior utilização nas campanhas de marketing digital e ocupa lugar de relevância em qualquer plano de marketing. Neste curso estaremos apresentando os recursos e possibilidades de uso do Google AdWords além das ferramentas disponíveis para criação de uma campanha de links patrocinados de sucesso.

O importante atualmente não é apenas criar campanhas de links patrocinados e sim saber como otimizar os recursos nelas investidos e monitorar de forma eficiente seu retorno em função do investimento realizado.

Foi para isso que formulamos esta treinamento, capacitar de forma profissional os participantes para poderem atuar no desenvolvimento, implantação e gerenciamento de uma campanha de links patrocinados.

Objetivo do curso

Apresentar o passo-a-passo sobre todo o processo de criação, gerenciamento e monitoramento de uma campanha de links patrocinados no Google AdWords. O participante aprenderá não só a metodologia de criação de suas campanhas de marketing digital através de links patrocinados como também otimizar os recursos e configurar ferramentas de acompanhamento de resultados.

A quem se destina

Agências de publicidade e publicitários;
Agências e produtoras web;
Administradores de sites e webdesigners;
Profissionais web;
Consultores de SEO e SEM;
Profissionais interessados em web marketing.

Pré-requisitos

Conhecimentos básicos sobre o funcionamento da Internet.

Certificação

Todos os participantes receberão, ao final do curso, o certificado de participação.
Curso Google AdWords- Conteúdo Programático
Conceitos e Definições

Links patrocinados e Search Engine Marketing – SEM
O modelo de negócio
O que é o Google AdWords
AdWords e o plano de marketing

Configuração da conta no Google AdWords

Abrindo a conta no Google Adwords
Configurações básicas da conta
Estrutura da conta do Google Adwords – campanhas e grupos de anúncio
Principais relatórios gerenciais
Preferências de faturamento

Configurações de Campanhas no Google Adwords

Criando orçamentos
Segmentação da divulgação do anúncio
Redes de divulgação
Tipos de lances e estratégias
Programação da exibição do anúncio

Configuração e Criação de Anúncios

Tipos de anúncios
Ferramentas de busca de palavras-chave
Estimativa de custo de palavras-chave
Estimativa de tráfego gerado pelo anúncio
Criando textos de anúncios com bom apelo publicitário
Regrar Editorias do Google AdWords
Tipos de correspondência de palavras-chave
Seleção de palavras negativas
Ferramenta de diagnósticos de anúncios

Métricas e Posicionamento dos Anúncios

Critério para o posicionamento de anúncios
Índice de Qualidade
SEO e Landing Pages
Métricas – ROI, CPC, CTR, Impressões e Taxa de Conversão
Calculando o ROI de uma campanha
Indicadores chave de desempenho – KPI – de campanhas publicitárias AdWords

Monitoramento de Anúncios

Conectando o Google AdWords ao Google Analytics
Relatórios do AdWords no Analytics
Acompanhamento de conversões

As mulheres estão em menor número na internet…

As mulheres estão em menor número na internet, mas nem por isso elas compram menos. São mais participativas nas redes sociais, compram a mesma quantidade que os homens e a tendência é que seja ainda maior. Não obstante, elas vêm com força e já mostram sua sensibilidade ao quesito “Compras OnLine“.

Quando o assunto é rede de relacionamentos é quase inevitável não pensar no público feminino. De acordo com uma pesquisa divulgada em 2009, as mulheres comandam as redes sociais e mídias sociais. A pesquisa foi realizada por David McCandless, do blog Information is Beautiful, na qual verificou que das 17 redes pesquisadas, 13 são comandadas por mulheres, e nas outras 4 há equilíbrio entre os sexos.

Ainda nessa pesquisa pode-se perceber que nas 4 redes sociais onde há equilíbrio, estão o LinkedIn e o YouTube, desmitificando a idéia que os homens são os que mais vêem vídeos através do gigante portal de vídeos do Google. Os outros dois portais em que houve empate foram DevianART e Del.icio.us. De olho nesse potencial gênero, a Lojas Renner passa a ter sua linha de produtos disponível para venda on-line. É verídico que elas ainda preferem as compras off-line, olhar as prateleiras e experimentar cada produto frente ao espelho . Porém, cabe à empresa cativar esse público e lhe dar o inesperado, buscando excelentes estratégias de marketing digital. A empresa utiliza o twitter para divulgar seus produtos e promoções e já conta com mais de 12 mil seguidores.

Em pesquisa realizada no 1º semestre de 2010 pelo e-Bit, foi constatado que 55% dos consumidores que fizeram uma compra pela internet e foram influenciados por uma rede social são mulheres. No e-commerce em geral a divisão é feita exatamente igual: 50% mulheres e 50% homens. A partir destas informações é possível compor a idéia de que as mulheres são mais influenciadas pelas redes sociais frente aos homens. Sabe-se que as mulheres são mais sensíveis a opiniões sobre um produto, por isso buscam maiores informações sobre apreciações, conceitos e análises de quem já utilizou tal produto. Essa participação feminina no comércio eletrônico vem aumentando significativamente. Em 2001, elas representavam 39%, em 2005, 42% e já em 2010, representam 50% dos e-consumidores. Investimentos em banners, bloco de anúncios, adwords e demais, parecem ir perdendo espaço para o investimento em marketing nas mídias sociais.

É difícil mensurar o resultado de marketing nas redes, pois nem sempre o resultado é um clique que levará à compra de um produto. O fortalecimento da marca é o mais relevante nessa área. Milhares de usuários estão criticando e elogiando seus produtos, e é por isso que é necessário estar frequentando fóruns e o que mais for necessário, para saber o que estão dizendo, e a partir de então, agir estrategicamente. Contudo, compreende-se a necessidade das empresas possuírem um perfil nas redes sociais e relacionarem-se com seu público.  Nesta etapa, deve-se tomar um enorme cuidado para não ser intrusivo e destruir a imagem de sua empresa. Jamais deixe sua propaganda ser explícita. Sempre que puder, faça comentários, levante discussões saudáveis e mantenha-se atualizado com o mercado e o mundo que o seu público está inserido.

Fonte: Blog do Ecommerce

Vendendo para as classes C e D

Que as classes C e D têm mais dinheiro, possuem mais cartões de crédito e confiam bastante na internet, você já sabe. Mas preste atenção: o fato de terem o cartão e o dinheiro em mãos não faz com que esses públicos pesquisem menos que antes. Ao contrário, eles continuam procurando muito bem antes de comprar e querem ter a certeza de estarem fazendo o melhor negócio.

E, conforme pesquisa feita pelo pessoal do Pão de Açúcar, “melhor negócio” não significa pagar o menor preço possível, mas levar algo bom e vantajoso, mesmo que custe um pouquinho mais. Para você ter uma ideia do que isso significa, com essa pesquisa em mãos, a cadeia de supermercados definiu o nome das lojas destinadas a um público com poder aquisitivo mais baixo: nada de “economia” ou “pague pouco” no nome. Esses supermercados receberam o nome CompreBem. É isto que o cliente de classe baixa espera de posse de seu cartão: comprar bem (em breve, vamos falar sobre como fazer isso neste espaço).

De qualquer forma, a lição que fica é que cada vez mais as pessoas têm cartão e dinheiro para comprar. Um motivo a mais para permitir que seus clientes paguem com o Pagamento Digital no QueBarato!

Vendendo para a terceira idade – Segundo pesquisa da Quorum, a terceira idade, agora com mais dinheiro em mãos, tem vários desejos para realizar. Em primeiro lugar, com 58% das respostas, está conhecer o Brasil. Em segundo lugar, com 33%, está participar de aventuras, isto é, saltar de paraquedas, aprender a surfar, jogar paintball, andar a cavalo, entre outras.

Empresas que já atendem esse pessoal descobriram a principal característica dos consumidores da terceira idade: eles não ligam em gastar mais para adquirir o que querem –uma grande oportunidade para quem oferece serviços que incluem alguma adrenalina.

Para quem vende produtos, as novidades não são tão boas: apenas 9% dos velhinhos que responderam a pesquisa sonham em comprar alguma coisa, como televisão, aparelho de som, casa, carro, etc. O que não quer dizer que não exista mercado para esse pessoal. Uma indústria de talheres norte-americana, por exemplo, aumentou seu faturamento simplesmente criando produtos com cabos mais grossos – perfeitos para o consumidor que já sofre com alguma artrite.

O novo consumidor brasileiro está aí, com dinheiro nas mãos, ligado na internet e, muito provavelmente, atrás do que você tem a oferecer. Qual é seu plano para aproveitar um desses públicos?

Via @QueBarato

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