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ChargeBack: Pode ser mais fácil evitar!

Chargeback – De quem é a Responsabilidade?

Chargeback é o não-reconhecimento da compra pelo portador do cartão de crédito.

Quando a compra é presencial, o lojista deve colher a assinatura do cliente e verificar o documento de identidade do portador. Assim, estará garantindo o recebimento do valor da compra.

Quando a compra é não-presencial (internet e televendas), não é possível saber se quem está efetuando a compra é de fato o portador do cartão. Se o portador do cartão não reconhecer a compra (chargeback), irá solicitar o estorno, que é de responsabilidade do lojista e não das administradoras de cartão.

Acreditem, 20% das transações no e-commerce sofrem isso (Dados da Cielo)

O que fazer? Rápido e Barato!

A ClearSale tem o M-ClearSale que é uma Ferramenta de monitoramento desenvolvida para lojistas com pequenos volumes de transação. Informa a faixa de score para todos os pedidos (gratuito para clientes Redecard). Possui opção de upgrade para as soluções T-ClearSale e TG-Clearsale.

Quanto custa

Faixa de Risco Gratuita. A Consulta pode variar de R$ 1,60 (para clientes Redecard), a R$ 2,00. A Decisão varia conforme faixa de Risco: Baixo (R$8,00), Médio (R$10,00), Alto (R$12,00) e Crítico (R$14,00). O Garantido também varia conforme faixa de risco: 1% a 4%, ou o valor das faixas da Decisão.

Diferencial
Toda a expertise que a ClearSale coloca à disposição dos grandes players de maneira acessível para quem ainda tem baixo volume, com a possibilidade de up-grade para os produtos T-ClearSale ou TG-ClearSale.
Quer dar uma olhada?
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Outra coisa que é bacana é a FControl que está com uma EXCELENTE PROMOÇÃO. São 3 meses GRÁTIS!

O sistema FControl pode ser facilmente implantado em sua loja virtual. Através de linguagem html ou Web Services seu desenvolvedor não terá dificuldades de fazer a integração com o FControl.
Você pode utilizar o FControl por 3 meses sem custo para proteger sua loja. Após o preenchimento do formulário abaixo você receberá em seu email as intruções para realizar a integração com o FControl bem como o manual de utilização do sistema.

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Como contratar um Gestor de Ecommerce (Atualizado) Junho

Desenhar site já deixou de ser algo surpreendente há muito tempo na internet.

Hoje há grande diferença em você saber transformar dados em negócios rentáveis e lucrativos.

E como entender tudo em relação a este universo?

Hoje, muitas empresas que trabalham no offline¹ e se encorajaram para entrar de fato no online e atrair novos clientes e negócios, mas ainda não criaram toda a maturidade para compreender esse novo aspecto.

É comum hoje vermos algumas seleções para a área, e como será o perfil desejado?

Primeiro, vou descrever a forma como eles pensam:

- Preciso de um programador, alguém que saiba mexer com PHP, ou ainda em casos extremos preciso de alguém como experiência em vendas.

Para as duas coisas vai algumas perguntas:

Como eu ofereço o meu produto a alguém que eu não posso conversar, nem chamar atenção pelos meus gestos (para muitos isso é um desafio impossível)?

Com a internet as lojas perderam o poder de negociação com o clientes, os clientes escolhem numa velocidade muito maior o que quer, de quem quer e o quanto quer pagar. Mais um desafio!

Lembrem-se, estar na internet não significa só ter um site e pronto.

Além de tudo alguns conhecimentos são super necessários como, pagamento, logística, marketing, matemática financeira, estatística e afim. Lembre-se apenas a experiência de ter um dia comprado em um grande varejista não é suficiente.

 

Quais seriam as perguntas que o RH deveria perguntar ao tentar programar uma seleção:

  • Qual perfil eu preciso contratar?
  • Como funciona um negócio online?
  • Como esse tipo de negócio pode atrair maiores e melhores clientes para o meu negócio?
  • Quais as vantagens de ter um negócio online?

Perguntas aparentemente complexa, porém se respondidas de forma correta poderá trazer melhores resultados para os negócios.

Ai vai algumas ficas:

Contrate alguém com mais formação que o necessário, apenas pessoas da TI podem possuir visão focada em outro aspecto, contrate alguém do marketing ou da administração. Como essa pessoa estudou algo mais amplo você poderá ter alguém que observe o todo. Claro que existem profissionais com todos os conhecimentos citados acima.

Pós-graduações são sempre bem vindas, hoje existem em nosso país pós em COMÉRCIO ELETRÔNICO, quem sabe lá estará o seu gestor. Nessas pós-graduações o ensinamento é bem completo e ao contrário que alguns podem pensar não se trata de um CÓDIGO EM PHP. Isso é um grande negócio.

Criativos, inquietos e multifacetados, característica da geração Y, essas são bons, conseguem ter visão critica em relação ao negócio e conseguem recriar uma melhor dimensão e entendimento sobre o que precisa ser feito e administrado. Além disso, os próprios hábitos destes são basicamente iguais ao do e-consumidor² é mais fácil que esse identifique as necessidades dos consumidores, mas isso não é uma regra.

Todo mundo entende de juros simples, juros composto? Matemática Financeira, pesquisa de mercado, comunicação digital? Isso tudo é preciso saber. Como identificar e negociar os melhores juros com banco? Juros à prazo ou desconto? Como entender as previsões do mercado? Contratar um cartão de crédito ou usar o modula é melhor por conta da negociação de juros ou é melhor esperar o dinheiro girar? Tá vendo, são aspectos completos.

Existem empresas no Brasil que estão passando por uma batalha e não consegue obter sucesso devido não saberem do que precisam. Pessoal mais atenção!

Na hora de contratar, fique esperto. Não se trata de um código em PHP e sim de um grande e crescente negócio!

1. (offline) termo usado para dizer que empresas que não atuam via internet, que não possuem ramificação (o contrário de online); 2. (e-consumidor) consumidor que compra na internet.

10 conselhos para quem pretende montar um e-commerce

Este conjunto de alertas dirige-se a quem deseja entrar no e-commerce sem que se aproveite de uma marca importante, que tenha restrição de capital e que admita que o bom uso desse canal de vendas implica no entendimento de suas regras de funcionamento e de processos específicos. São apenas dez regras essenciais para o bom desenvolvimento de pequenas lojas virtuais.

1. Reduzir investimentos iniciais e controlar riscos: pagamento por uso

O software de uma boa loja virtual é muito caro, difícil de ser mantido e ,quando feito em casa, em geral, é pobre em funcionalidades. Costuma também ser lento e sujeito a interrupções de funcionamento.

A maneira mais barata de ter uma loja virtual é alugá-la, pagando por visitante. Normalmente, há um valor inicial, perto de R$ 6.000,00, e uma mensalidade variável segundo o número de visitantes a menos de um piso mínimo.

Cabe ao dono da loja povoá-la com seus itens, estabelecer as políticas comerciais (preço, prazo, frete, meios de pagamento), manter a vitrine etc. Assim como no varejo tradicional, muitos clientes entram na loja, mas poucos compram. No comércio eletrônico, essa proporção é de 100 para 1, o que explica o custo baseado no número de visitantes.

Além da loja, podem-se compartilhar os demais custos logísticos e uso do sistema de back-office (sistema que controla o atendimento integral do pedido, inclusive o financeiro, o fiscal e o contábil) com outras lojas. Esse serviço está começando a ser oferecido no Brasil e é muito comum nos Estados Unidos.

Em síntese, o dono da loja seria responsável por aquilo que ele acha que possui: o talento comercial. As demais funções, em tese, podem ser terceirizadas.

2. Nem todo pedido incluído será faturado

Um dos erros muito comuns cometidos pelos iniciantes no e-commerce é não contar com instrumentos de detecção de fraude com cartão. As lojas alugadas ou o back-office oferecem esse serviço através do uso de softwares altamente especializados.

É útil lembrar que a operadora de cartão reembolsa o cliente em caso de fraude e cobrar a despesa da loja desprezar esse filtro é letal. O percentual médio de pedidos rejeitados por fraude gira em torno de 6%.

A análise de risco se assemelha muito à tradicional análise de crédito, porém com outros critérios por não depender do histórico de pagamentos e ser orientada para pessoas físicas. Um meio de pagamento mais seguro é o boleto, porém ele é usado em menos de 15% das vendas.

Não é somente a análise de risco que filtra os pedidos incluídos: cerca de 30% dos pedidos que não foram considerados como fraude são rejeitados por impossibilidade de pagamento. A cada 100 pedido incluídos, somente 64 pedidos são faturados.

3. O que vender sendo pequeno?

Uma regra básica é evitar a competição com grandes lojas, ou seja, vender categorias que eles não vendem ou, se vendem, não têm muita profundidade. Isso implica em trabalhar com especialidades e ter uma grande diversidade dentro dela.

Essa é a grande oportunidade para pequenas lojas. A dificuldade dos pequenos que se dedicam a nichos de mercado é que não contam com a infraestrutura logística e de controle para operar nesse novo canal. Nesse sentido, o compartilhamento de serviços é essencial.

Para simplificar a logística externa e pagar menos frete, devem ser evitados itens com peso acima de 30 kg e/ou volume acima de 0,1 m³.

Especialidades exigem especificação: a descrição técnica do item é fundamental para comunicar segurança ao cliente e demonstrar a seriedade da loja. Podemos citar como exemplos de especialidade as áreas de caça e pesca, material elétrico, material eletrônico, autopeças, ferramentas e materiais para marcenaria, equipamentos esportivos para esportes radicais etc.

4. Como ser conhecido?

A propaganda na internet é muito cara e pode ter resultados desastrosos se não acompanhada pela estabilização dos processos logísticos. Investir pouco e ter a prudência de estabilizar os processos logísticos é o caminho mais seguro.

No e-commerce, a melhor propaganda é a boa referência. Manter um bom atendimento é a melhor receita para o crescimento. Um cliente satisfeito induz outros a comprarem.

5. Para quem vender?

Inicialmente, deve-se restringir geograficamente o mercado. A internet tem acesso universal, porém a mercadoria vendida tem que ser entregue e, eis o problema: algumas vezes precisa ser coletada.

É importante frisar que a devolução é muito mais frequente no comércio eletrônico do que no varejo tradicional e tende a crescer com o aumento da consciência dos direitos do consumidor. Além disso, há mais  problemas: qualidade da mercadoria (o lojista paga pelos erros de seu fornecedor), erros na especificação ou na foto da mercadoria induzindo o cliente a se enganar.

As devoluções e os cancelamentos devem ser previstos na formação de preço de venda.

É bom lembrar que o cliente do e-commerce está mudando já que a chamada classe C está aumentando a participação. Isso tem um significado muito forte em termos do perfil da oferta e da importância de informações ao cliente por meio de chat, telefone e e-mail para explicar como comprar, obter detalhes das especificações etc.

O aumento da abrangência geográfica de mercado deve ser compatível com o aumento do volume de vendas de modo a diluir os custos da reversa. É importante estabelecer um valor mínimo para o pedido para que as despesas de transporte e financeiras não comprometam a margem.

6. Promessa é dívida!

Um dos segredos do e-commerce é cumprir os compromissos assumidos com o cliente quanto ao fechamento do pedido: prazo e entrega da mercadoria em bom estado. Isso parece simples, mas é onde quase todos tropeçam.

O índice de pontualidade de entrega dos líderes de mercado é de 95%, e as devoluções chegam a 3,4% das vendas realizadas.

Para cumprir as promessas, deve-se evitar vender antes de comprar e não vender mais do que o estoque disponível. Para isso, é necessário segregar estoque disponível para a venda não presencial – recomendação dirigida a quem compartilha o estoque com a venda presencial.

7. Processos internos seguros: uma obrigação!

O cliente do varejo tradicional pega fisicamente a mercadoria, leva-a até o caixa, embala e realiza o transporte. No e-commerce, ele compra baseado numa foto e na crença da existência de estoque. Após a finalização da compra e do pagamento, a “pegada” da mercadoria, a conferência, a embalagem e o despacho são realizados pela equipe interna do lojista.

Os pressupostos básicos para o sucesso dessa operação são: a coerência entre a informação de estoque e o estoque físico, a facilidade de acesso à mercadoria, a rigorosa conferência da mercadoria com o pedido quando da embalagem, a correta identificação do volume com dados necessários à transportadora e a formação de carga com emissão de romaneio para conferência do carregamento.

Todas essas atividades, obrigatoriamente, têm que serem feitas num prazo preestabelecido e com exatidão. Elas constituem o principal entrave organizacional das pequenas lojas. A desatenção ao processo físico de atendimento condena o esforço de vendas

8. Se a transportadora atrasou, a loja falhou

O prazo de entrega é composto do prazo de atendimento físico somado ao tempo de trânsito da transportadora. Como se nota, o maior dos prazos depende do desempenho da transportadora.

Tão importante quanto ter processos seguros é contratar transportadoras confiáveis e controlar seu desempenho. Para tanto, é necessário conhecer o tempo de trânsito de cada transportadora para cada região de destino, controlar a data de transferência da mercadoria para a transportadora e a data em que a entrega foi realizada.

9. Trabalhar a ansiedade do cliente: rastreabilidade

Os clientes apreciam acompanhar o atendimento de seus pedidos. Para isso, é importante que o lojista tenha condições de responder o estágio em que se encontram cada um dos pedidos a atender, estejam eles em atendimento físico ou em poder da transportadora.

No mínimo, as seguintes informações são necessárias: recebimento do pedido, aprovação do pagamento, entrega à transportadora e conclusão da entrega.

10. O tratamento das exceções sinaliza a seriedade da loja: SAC

É imprescindível conhecer a Lei de Defesa do Consumidor. Ela baliza toda a política de atendimento ao cliente. Nela constam direitos associados à venda não presencial: aceitar devolução até 7 dias da entrega sem questionar o motivo, aceitar devolução por defeito até 30 dias da entrega e até mesmo arcar com as despesas de coleta em caso de devolução.

Os operadores de SAC devem ser capazes de manter cliente informado sobre o processo de atendimento, ter agilidade nos processos de devolução e cancelamento de venda, estar atentos a críticas e registrá-las, liberar crédito e/ou pedido de troca somente após a chegada da devolução.

Fonte: Portal iMasters

Como investir em marketing digital em 2011

São Paulo – Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.
Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:
- 94% dos internautas fazem compras online no Brasil (ComScore).
- Consumidores acessam a internet três vezes em média para pesquisar o produto que pretendem comprar (McKinsey).
- Na nova classe média digital na América Latina, 33% das mulheres preferem internet à TV (Razorfish/Terra).
- 60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais (Ibope Mídia) para divulgar seus produtos e serviços.
- Para 25% dos usuários, redes sociais ajudam na decisão de compra (Ibope Mídia).
Diante de tais perspectivas, investir em marketing digital em 2011 deixou de ser uma questão de se (vale a pena), quando ou quanto, mas de como. O intuito aqui é apresentar os principais pontos a serem considerados em 2011, principalmente para as empresas de pequeno e médio porte (PMEs). São elas:
e-Commerce: as plataformas de e-commerce são cada vez mais acessíveis, seguras e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. O desafio atual para o sucesso no comércio eletrônico está no atendimento, logística (tanto na entrega quanto na devolução e troca de mercadorias) e segmentação.
Publicidade online: à medida que mais e mais empresas intensificam sua atuação na internet, todos também querem e precisam aparecer para conquistar a atenção dos consumidores e clientes. Diante disso, os investimentos em publicidade online também precisam ser aprimorados. Não se trata necessariamente de aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa. Para tanto, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados.
Redes socias: torna-se quase obrigatório estar presente nas redes e mídias sociais devido a abrangência entre os internautas e crescimento em importância nas decisões de compra. Mas para se obter resultados efetivos é necessário considerar duas variáveis essenciais: seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social. A partir desta avaliação é possível definir a melhor forma de atuação, que pode ser promover seus produtos, prestar serviços ou atendimento, tirando dúvidas ou prestando esclarecimentos aos consumidores.
Tendências: na internet, as novas tecnologias e tendências surgem a todo o momento. Umas evoluem aos poucos, outras parecem surgir do nada e tornam-se fenômenos rapidamente. Em 2011, a tendência que merece mais atenção é o mobile marketing. Acompanhe a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets (computadores sem teclado), que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (apps) e games.
Profissionalização: o último e talvez mais importante aspecto a ser considerado é a profissionalização da gestão do marketing digital. Seja por meio de profissionais próprios ou de uma agência, é necessário ter a orientação e suporte especializado para planejar, executar e acompanhar as diversas ações, que além de tudo precisam estar alinhadas e integradas a outras atividades comerciais e de marketing da empresa.

Fonte: Exame (Por: Silvio Tanabe)

 

Infográfico: Onde as empresas erram nas mídias sociais?

Fonte: A pesquisa foi realizada em julho de 2010 e teve como respondentes os assinantes da revista e newsletter da Harvard Business magazine. Foi complementada com 12 entrevistas em profundidade.Acesse “More Than Talk: The Search for Impact and Analytics of Social Media Use” para conhecer ainda indicadores como a percepção x a profundidade de informação e os benefícios que aparentam ser ainda maiores nas redes sociais.

 

Pensamento do dia…

Quando se falava em internet há cinco anos atrás, automaticamente se relacionava a definição de: REDE DE COMPUTADORES, porém, hoje isso possui uma nova forma, que é a de: REDE DE PESSOAS.

Uma das principais formas de integração de pessoas se dá através da internet, os meios mais utilizados para isso são as redes sociais, como o TWITTER, FACEBOOK, YOUTUBE E FLICKR.

E qual a importância que isso tem hoje para as empresas ?

Durante anos o grande desafio das empresas foi sempre se manter próxima ao cliente, se gastava verbas altíssimas com cartas, telefones, outdoors, jornais, listas telefônicas e tudo que poderia se imaginar.

Com a internet, esses custos podem ser reduzidos e principalmente tudo aquilo que é gasto pode ser medido, centavo a centavo, click a click.

Hoje os resultados são super satisfatórios para a grande maioria que aplicou o seu dinheiro de forma que, sua marca pudesse aparecer mais, melhor e no momento certo.

A importância a partir deste momento é manter e criar novas relações para os negócios.

Hoje, as grandes empresas já possuem de fato uma participação nesse meio. E acredite, estar na internet não é apenas ter um domínio e sim ser visto de forma inteligente, com conteúdo e deixar ser buscada pelo seu cliente, de forma simples e fácil.

Internet hoje precisa ter conteúdo informativo, a nossa apresentação e conteúdo é de fato importante, o consumidor quer isso. A principal intenção disto é ter uma fatia expressiva no mercado e mudar a comunicação com o consumidor, que é exigente e não aceita imposições.

 

Gustavo Lima.

Excluído dos projetos da empresa? Entenda os motivos e reverta a situação

De acordo com especialistas, o melhor é ter uma conversa transparente sobre os motivos da exclusão com o líder  A + A – Por Gladys Ferraz Magalhães, InfoMoney

 

De repente, você percebe que é o único membro da equipe que não é chamado a participar dos projetos da empresa. Nesta hora, segundo especialistas, o mais comum é que o profissional se sinta depreciado, se desmotive e, muitas vezes, acabe procurando novas oportunidades.

 

Entretanto, o ideal é buscar entender os motivos que levaram à exclusão. Para isso, primeiramente, diz o vice-presidente da De Bernt Entschev Human Capital, Bernardo Entschev, o profissional deve fazer uma autoavaliação e observar se possuía as habilidades necessárias para trabalhar no projeto.

 

Outro ponto a se atentar, completa o diretor de projetos da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Vladimir Araújo, é se o profissional já não está envolvido com outros projetos e, assim, não tenha tempo para receber mais trabalho.

 

Trabalho insuficiente


Feito isso, se o profissional constata que não se encaixa em nenhuma das situações anteriores, as sucessivas não participações dos projetos da empresa podem indicar que a performance do profissional não esteja sendo a esperada pelos gestores.

 

Diante disso, aconselha Entschev, o melhor é ter uma conversa transparente com o líder.

 

“O ideal é que a pessoa pergunte de forma educada quais foram os motivos que a deixaram de fora dos novos projetos da empresa. Caso o líder diga que o trabalho dela não está alcançando os resultados esperados, ela deve perguntar quais são os problemas e pedir sugestões para que possa resolvê-los”, sugere.

 

Líder
Se o profissional deve avaliar a si próprio e tentar resolver possíveis problemas de sua performance, os líderes também devem ter atenção na hora de distribuir tarefas e alocar os profissionais em projetos, evitando, assim, perder profissionais por falta de atenção.

 

Para Entschev, o líder deve sempre que possível envolver todos os membros da equipe em projetos de forma equilibrada, para que ninguém se sinta excluído ou desvalorizado. Além disso, diz ele, ajuda deixar claro a política da empresa sobre o assunto e tentar premiar os profissionais mais capacitados com os projetos de maior complexidade, mais desafiadores.

 

Araújo concorda e acrescenta: “de maneira bem objetiva, o líder deve alocar os profissionais mais preparados para cada projeto e procurar permitir aos membros da equipe que participem desses projetos para treiná-los e prepará-los para projetos futuros, obtendo desta forma uma equipe coesa e capacitada”.
Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

 

10 Dicas Para Uma Loja Virtual de Sucesso

Dicas para o sucesso no ecommerceUma loja virtual de sucesso não surge da noite para o dia e existem algumas dicas essenciais para quem deseja ingressar nocomércio eletrônico. Em 2009, o e-commerce no Brasil movimentou cerca de 210 bilhões de reais em negócios. Os números sobre negócios realizados em loja virtuais brasileiras, divulgados pela FGV-EAESP, representam somados os valores das transações negócio a negócio (B2B), de 150 bilhões de reais, e negócio a consumidor (B2C), de 60 bilhões de reais.

Porém, embora os números sejam bastante positivos e o mercado promissor, é preciso corresponder à expectativa de seus consumidores online.

Para isso, o GetElastic elaborou essa lista sobre o que seus clientes esperam de uma loja virtual, baseando-se numa pesquisa elaborada pela OneUpWeb. Veja as conclusões do estudo:

Clareza nos preços – Um dos principais motivos que levam à desistência da compra. Seja objetivo e coloque o seu diferencial. O consumidor vai adorar a sua transparência e vai ganhar confiança.

Credibilidade e segurança – Para oferecer uma experiência de navegação agradável ao usuário, é aconselhável ter um design clean, além de normas de segurança, classificação dos produtos e um endereço para ajuda. Crie uma navegação intuitiva e várias formas de interação imediata. Não deixe a dúvida do cliente inviabilizar a compra.

Exposição do produto – Não basta apenas expor seu produto, mas também buscar uma forma de manter seu consumidor interessado em explorar o site. Já pensou em colocar um pequeno vídeo do produto na página de detalhes? Não? Saiba que isso aumenta em muito a sua taxa de conversão.

Design da loja – Conta muito na hora de se apresentar como confiável e mais ainda, deve ser dirigido ao seu público. Um bom exemplo é o de lojas voltadas para os adolescentes.

Cálculo imediato – Mostre o preço final do produto, incluindo taxas de entrega, descontos e demais valores. O consumidor quer saber exatamente o que vai estar pagando e por isso, se antecipe e forneça o mais rápido possível estes dados.

Canal de procura – Quanto maior seu catálogo de produtos, maior a importância de facilitar a busca de seus consumidores de uma maneira direta. Procure também por ferramentas capazes de sugerir produtos alinhados ao que ele procura. Não se esqueça que a compra de impulso é geralmente a mais irresistível e mais vantajosa.

Privacidade – Não basta apenas ter uma declaração de privacidade, mas uma capaz de permitir que seu cliente encontre as informações necessárias. Declaração de privacidade todo mundo tem, ou pelo menos deveria, mas deixar ela pública e acessível é outra estória.

Opinião dos consumidores – Muitos estudos mostram a importância de ter um espaço dedicado à testemunhos e comentários de outros usuários. Saber o que as pessoas que compram em sua loja acham do seu procedimento ajuda a criar uma imagem mais propícia às compras.

Serviço ao consumidor – Nada menos que 76% dos clientes querem mais informações à respeito dos produtos que desejam. Um serviço online pode reduzir o número de desistências e facilitar a comunicação entre empresa e consumidor. Os sistemas de atendimento on-line são ótimos para isso.

Direcionamento para redes sociais – Um em cada cinco consumidores querem compartilhar informações através de suas redes sociais. Coloque ferramentas fáceis para a transmissão dessas informações. Você sabia que consumidores que conhecem lojas pelas redes sociais tem muito mais chances de comprar em sua loja? Leia este artigo.

 

 

Fonte

O E-MKT BRASIL

Que a INTERNET hoje participa do mundo coorporativo é fato. Porém mais do que isso, a capacidade de usa-la a favor de uma marca, produto e/ou serviço a se destacar.
O EmktBrasil, com seu time de palestrantes e profissionais da área destaca a importância deste tipo de evento para a “reeducação” do sentido de usabilidade deste meio.
Redes Sociais, twitter, facebook, linkedin, comércio eletrônico…ufa! Tanta coisa para se utilizar e a importância de cada ferramenta da para tipo de negócio.
Hoje é fato, empresas que se antecipam neste tipo de meio saem na frente e se aproximam cada vez mais de seus consumidores. Oportunidade!

Empresa 2.0 – Andrew Mcafee – HSM

Foi interessante participar do Seminário sobre Redes Sociais do Andrew Mcafee na HSM.

Sem duvida, Andrew tem um curriculum onde garante tudo aquilo que disse e apresentou para nós.

O seminário não se tratou apenas de como usar ferramentas de Redes Sociais como twitter, face e sim de como as empresa na Geração WEB 2.0 podem se tornar EMPRESAS 2.0.

É interessante rever conceito antigo e aplicar as empresas um novo conceito, o de Empresa 2.0.

Rever esse conceito e ter real dimensão de como a Internet pode atrair novos negócios, novos clientes e novos serviços.

Orientar, analisar e trabalhar essa ferramenta dentro das corporações sem duvida é galgar para o sucesso.

Dica de Leitura:

Empresas 2.0 – A Força Das Midias Colaborativas

Enterprise 2.0: The Dawn of Emergent Collaboration (PARA DOWNLOAD)

Full Interview: Andrew McAfee on Enterprise 2.0 (MP3 – Para Download)

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