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Conteúdo do Curso de ADWORDS
O Google AdWords é hoje o serviço de links patrocinados de maior utilização nas campanhas de marketing digital e ocupa lugar de relevância em qualquer plano de marketing. Neste curso estaremos apresentando os recursos e possibilidades de uso do Google AdWords além das ferramentas disponíveis para criação de uma campanha de links patrocinados de sucesso.
O importante atualmente não é apenas criar campanhas de links patrocinados e sim saber como otimizar os recursos nelas investidos e monitorar de forma eficiente seu retorno em função do investimento realizado.
Foi para isso que formulamos esta treinamento, capacitar de forma profissional os participantes para poderem atuar no desenvolvimento, implantação e gerenciamento de uma campanha de links patrocinados.
Objetivo do curso
Apresentar o passo-a-passo sobre todo o processo de criação, gerenciamento e monitoramento de uma campanha de links patrocinados no Google AdWords. O participante aprenderá não só a metodologia de criação de suas campanhas de marketing digital através de links patrocinados como também otimizar os recursos e configurar ferramentas de acompanhamento de resultados.
A quem se destina
Agências de publicidade e publicitários;
Agências e produtoras web;
Administradores de sites e webdesigners;
Profissionais web;
Consultores de SEO e SEM;
Profissionais interessados em web marketing.
Pré-requisitos
Conhecimentos básicos sobre o funcionamento da Internet.
Certificação
Todos os participantes receberão, ao final do curso, o certificado de participação.
Curso Google AdWords- Conteúdo Programático
Conceitos e Definições
Links patrocinados e Search Engine Marketing – SEM
O modelo de negócio
O que é o Google AdWords
AdWords e o plano de marketing
Configuração da conta no Google AdWords
Abrindo a conta no Google Adwords
Configurações básicas da conta
Estrutura da conta do Google Adwords – campanhas e grupos de anúncio
Principais relatórios gerenciais
Preferências de faturamento
Configurações de Campanhas no Google Adwords
Criando orçamentos
Segmentação da divulgação do anúncio
Redes de divulgação
Tipos de lances e estratégias
Programação da exibição do anúncio
Configuração e Criação de Anúncios
Tipos de anúncios
Ferramentas de busca de palavras-chave
Estimativa de custo de palavras-chave
Estimativa de tráfego gerado pelo anúncio
Criando textos de anúncios com bom apelo publicitário
Regrar Editorias do Google AdWords
Tipos de correspondência de palavras-chave
Seleção de palavras negativas
Ferramenta de diagnósticos de anúncios
Métricas e Posicionamento dos Anúncios
Critério para o posicionamento de anúncios
Índice de Qualidade
SEO e Landing Pages
Métricas – ROI, CPC, CTR, Impressões e Taxa de Conversão
Calculando o ROI de uma campanha
Indicadores chave de desempenho – KPI – de campanhas publicitárias AdWords
Monitoramento de Anúncios
Conectando o Google AdWords ao Google Analytics
Relatórios do AdWords no Analytics
Acompanhamento de conversões
E-commerce não deve pagar duplo ICMS
Começamos 2011 com a adoção de medidas fiscalizadoras intensas aplicadas pelo Fisco Paulista, onde fomos apresentados à obrigação dos provedores de hospedagem de sites de comércio eletrônico de informar usuários (sites) que fizeram vendas maiores do que nove itens e com valor total de mercadoria acima de R$60 mil em um dos trimestres de 2010. Associado a isso o estado da Bahia também adotou procedimentos fiscais especiais para as compras feitas no estado.
Assim, o provedor de hospedagem, em São Paulo, pode ser considerado solidariamente responsável se não repassar os dados para aplicação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) relativos aos seus clientes. Sites de leilão e empresas de mediação de pagamentos não estão fora da regra estabelecida pela Portaria 156/2010. Trata-se do “cerco” às empresas que vendem pela Internet que terá poderoso mecanismo de cruzamento de dados. O problema é: Como fica a proteção e a privacidade dos dados dos usuários de hospedagem? Como o provedor de hospedagem vai saber das vendas dos sites que hospeda? Estamos tratando de hospedagem ou somente de gestão de e-commerce?
O contribuinte mantenedor de e-commerce deverá estar bem assessorado técnica e juridicamente pois poderá ser responsabilizado por vendas que não foram concluídas mas encontram-se registradas em seus bancos de dados, podendo ainda ser alvo da ação de criminosos digitais que incluam vendas não feitas. Deverá estar habilitado tecnicamente para provar tais incidentes em face do Fisco.
Não bastasse a fiscalização implementada e cujos métodos ainda não são claros e podem prejudicar o contribuinte, recentemente alguns Estados brasileiros passaram a cobrar “ICMS” do e-commerce na entrada da mercadoria. Ou seja, embora já pagando o imposto no Estado de origem da mercadoria, está sendo indevidamente exigido que o empresário de Internet recolha o imposto no destino, ou endereço do consumidor. Ao contrário do Brasil, diante da ausência de controle do e-commerce, nos EUA, a tônica vem sendo tributar o próprio consumidor, que fica incumbido de recolher o imposto devido.
A Constituição Federal assegura que a alíquota do ICMS, quando o destinatário não for o contribuinte, será a interna, quando forem destinados produtos a consumidor localizado em outro Estado. No entanto, emenda constitucional já determinou a repartição de tributo entre Estados para determinados produtos, como gás natural. Tal medida poderá ser feita em relação à Internet, o que não significa dizer que empresários .com devem pagar o mesmo imposto sobre o mesmo fato gerador diversas vezes.
Neste cenário, a instituição do mesmo tributo (com mesmo fato gerador) por duas ou mais pessoas jurídicas de direito público (Estados) caracteriza “bitributação”, logo, as empresas de comércio eletrônico não devem ser tributadas duas vezes pelo ICMS, tanto na origem quanto no destino da mercadoria, podendo ser valer de medidas judiciais para suspensão da exigibilidade do débito, enquanto o Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) não harmoniza a questão em relação à distribuição da receita tributária do comércio na Internet.
E você? O que acha da guerra fiscal que está se instaurando na Internet.
E-commerce nas PME’s: o que fazer para não quebrar?
Mais uma vez, o comércio eletrônico encerrou o ano com resultados otimistas e cumpriu as perspectivas apontadas pelo e-bit.
De olho nesses dados, empresas se movimentam e investem cada vez mais em um mar de oportunidades proporcionado pelos recursos infindáveis da venda online. A internet é um mundo sem limites, isso virou jargão, mas é fato consumado. E, como em todo negócio, seja ele físico ou disposto no ambiente virtual, se não for bem planejado e acompanhar as tendências para ganho de competitividade, ele morre ou, naturalmente, fica pra trás. Ter uma loja virtual não é a mesma coisa que manter uma loja física, ainda mais em tempos onde a mudança, no universo online, é mais rápida que no “mundo real”.
Este artigo tem o propósito de ilustrar por que alguns dos pequenos varejistas virtuais quebram no início e o que fazer para mudar esse cenário, com ideias para fazer valer o investimento. O primeiro passo é o planejamento, enriquecido de pesquisas de mercado, análise de concorrência e planos de expansão alinhados com metas bem definidas, além de muito, muito trabalho e dedicação.
Fatores do fracasso no e-commerce
Alguns dos fatores que contribuem para os problemas vivenciados no e-commerce são:
- Ideia de que o negócio virtual é mais barato por conta da falta de um plano de marketing sem pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado;
- Investimento em plataformas de tecnologia de baixa qualidade pelo preço;
- Pouca análise de concorrência e falta de pesquisa sobre a viabilidade de venda pela web de determinada linha de produtos. As perguntas aqui são: Esse produto vai vender na web? Esse produto já está saturado na web? Mesmo que a resposta seja não, o produto é próprio para venda na internet?
- Atendimento falho, o que contribui para insatisfação de clientes que acabam não sendo fidelizados;
- Falta de conhecimento e profissionalismo para atuar com a internet.
Ideias para se manter e crescer no e-commerce
Abaixo listo os principais pontos que suprem os desafios a serem superados, mencionados nos itens anteriores.
Marketing Digital e Redes Sociais no e-commerce
O plano de marketing deve ser muito bem definido e com grande parte de seu investimento voltado às mídias digitais e sociais, principalmente quando a marca ainda não é fortemente conhecida entre os consumidores. Aproveite o cliente quando ele está perto do momento de decisão de compra.
Os mecanismos de busca e sites comparadores de preços estão no topo do ranking. Em seguida, boas ações de email marketing, personalizadas e segmentadas, contribuem para maior taxa de conversão em vendas no e-commerce. Porém, isso não é regra, há uma necessidade eminente de testar qual ou quais ferramentas de marketing digital são mais adequadas à realidade de cada e-commerce e, a partir daí, então aplicar o que traz mais ROI (Return On Investiment).
Nesse caso, também é preciso contar com a ajuda de profissionais da área para que todo investimento não seja em vão. Ele pode criar ações ainda mais inteligentes para conseguir o melhor retorno sobre o investimento e, não se esqueça, na internet tudo pode ser mensurado.
Tecnologia adequada ao e-commerce
Em relação ao investimento em tecnologias de e-commerce, mesmo no início, pense em ferramentas que, acima de tudo, sejam completas, mesmo que o valor seja inferior. Verifique se ela possui hoje todas as funcionalidades que seu negócio demanda. Se baseie em modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio. A plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.
Concorrência, atendimento e fidelização no e-commerce
Na análise de concorrência, veja como as lojas virtuais do mesmo segmento se comportam fora do país, faça pesquisas em sites internacionais.
Para fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais. A partir dessa conquista, a probabilidade de viralização (boca a boca) aumenta consideravelmente. O ideal é igualar o atendimento de excelência baseado nos grandes lojistas virtuais. Se a estrutura de atendimento for pequena no início, gerencie a expectativa de seu cliente.
Se você já possui um negócio no ambiente físico e quer abrir um portal de e-commerce com o mesmo business da loja física, tem tudo na mão: a garantia de que seus fieis clientes e a sabedoria de como ter e manter um empreendimento. Estamos vivendo um momento de migração de compras do mundo físico ao digital. Como cliente, você certamente, ao decidir comprar pelo e-commerce, vai querer adquirir um produto cuja marca já conhece no ambiente off line.
Antes de tomar qualquer decisão relacionada à abertura de uma empresa no e-commerce ou mesmo tomar novas atitudes para alavancar as vendas de quem está presente na internet, é essencial conversar com pessoas experientes do mercado, seja com uma consultoria ou contratação.
Fonte: E-commerce Brasil –
O e-commerce exige tecnologia, agilidade, inovação, parcerias diferenciadas e acompanhamento do perfil do target. A internet é rápida demais para atuar sozinho. O empreendedor precisa de ajuda profissional para não errar no começo do e-commerce.
Carrinhos Abandonados – Reciclagem é opção
Um carrinho de compra é considerado abandonado quando, contém produtos dentro dele, houve em algum momento um consumidor conhecido colocando e olhando os produtos e já faz um tempo que ninguém movimenta o carrinho e principalmente não há mais ninguém interessado nele. Esse tipo de carrinho de compras é prontamente detectado num mercado, por exemplo, basta que o mesmo fique por mais de 30 minutos no mesmo lugar que alguém irá recolhê-lo e imediatamente retornar os produtos para suas respectivas gôndolas.
Porém no mundo virtual a significado é um pouco diferente, primeiramente não é necessário retornar os produtos para o local, visto como não houve um fechamento de compra o estoque do produto nem mesmo foi alterado. Os carrinhos de compras abandonados não estão visíveis facilmente para saber se foram verdadeiramente abandonados ou somente deixados de lado temporariamente. O tempo ideal de vida de um carrinho de um cliente em uma loja virtual é de 48 horas em disponibilidade de uso, neste período se o seu consumidor voltar à loja é bem provavelmente que estará interessado nos produtos que colocou no carrinho, a partir disso se faz necessário a limpeza do carrinho.
Solução para o Carrinho Abandonado
Agora o que fazer com uma montanha de carrinhos de compra abandonados, uma vez que você pode ver o que está dentro dele, quem foi o consumidor que montou aquele carrinho, você só não sabe o motivo do abandono. Na maioria das vezes é o frete, a falta de parcelamento, tipo de pagamento freqüentemente utilizado pelo consumidor não disponível ou ainda um preço melhor do carrinho num concorrente, enfim várias razões. Mas então, porque não se utilizar dessas informações e oferecer ofertas especiais de compra para que esse consumidor que esteve há um passo de executar uma compra, consolide a mesma.
Além disso, como utilizar esses carrinhos como uma forma de aumentar a vendas no e-commerce? Simples, criando um sistema para enviar um email para o consumidor com um atalho para esse mesmo carrinho de compra com preços e condições especiais com um vencimento de oferta num curto prazo de utilização. Importante é ter a anuência do consumidor em receber esse tipo de informações, caso contrário, isso poderá ter efeito contrário. O consumidor em posse desse email, muito provavelmente irá se sentir tentado em comprar aquilo que estava preste a comprar e talvez tenha desisto. Mais importante ainda é não fazer disso uma regra, crie esses disparos aleatórios baseados principalmente na freqüência de compra do seu consumidor, ou seja, premiando aqueles mais fieis com taxas melhores de descontos. Vamos lá, recicle seus carrinhos de compras abandonados.
Fonte: Ecommercenew
As Funções do Gerente de E-Commerce
A internet, as lojas virtuais e o marketing online trouxeram às posições de destaque jovens profissionais que se desvincularam da triste rotina da mera extração de dados gerenciais e planilhas retrógradas para dar lugar à incessante busca de novas informações, metodologias e ações inovadoras que estão sempre no olho do furacão do ambiente digital, deixando de ser mero robô analítico, mas trabalhando e compreendendo os números de maneira humana e criativa. Surge então a figura do Gerente de E-Commerce.
O nível de interdisciplinaridade que um Gerente de E-Commerce precisa assumir é do tamanho da humildade necessária para aprender sempre. Por isso, este artigo tem a mera intenção de trazer noções que façam pensar e não que venha vaticinar uma palavra final que, cá para nós, jamais existirá no marketing digital.
Partindo dessa premissa é imperativo afirmar que do estagiário ao presidente, das sempre simpáticas moças da limpeza aos especialistas em tecnologia, todas as informações são importantes. Em para isso é imprescindível a habilidade e conhecimento do Gerente de E-Commerce em coletar os dados e explorar as informações. No entanto, de posse delas, é preciso tornar a tomada de decisões mais precisa, cada vez mais próximo do planejamento e do conceito e milhas e milhas distante do próprio ego ou gosto pessoal travestidos de feeling.
A qualidade da hierarquização do conteúdo, bem como da usabilidade e experiência oferecidas ao usuário, tudo tem influência decisiva nos resultados online. Caso um funil de compra seja de difícil compreensão, automaticamente aumentará a taxa de abandono do seu carrinho. Esse tipo de comportamento é de fácil identificação através da correta utilização de ferramentas de análise como o Google Analytics, Yahoo Web Analytics, Predicta ou Adobe Omniture, por exemplo. está em encontrar os problemas e recomendar as sugestões de melhoria, bem como traçar estratégias de organização da informação e encontrar ou criar as melhores oportunidades.
É importante verificar que, o excesso de recursos técnicos e quantidade avassaladora de tecnologias embutidas em ferramentas gratuitas de considerável simplicidade na utilização, resultam em um soterramento de dados e uma incontida ansiedade de aferir tantos ítens quanto possível. Na verdade, o gestor deve escolher poucos dados de preponderante relevância para serem mensurados e comparados (KPI). Posteriormente, caso haja necessidade, realizar sutis e pertinentes modificações neste processo.
Há de se evitar, também, tratar cada peça como uma só. Banners, E-Mail Marketing, Campanhas,Search Engine Optimization, Search Engine Marketing e imersão em Redes Sociais têm métricas e conversões específicas que devem ser planejadas e parametrizadas de maneira independente, cada qual de acordo com sua própria estratégia.
Não é pela óbvia necessidade de vender que o gerente tem que se preocupar tão somente em oferecer ao seu cliente ofertas imperdíveis, promoções inacreditáveis, infindáveis parcelamentos e frete grátis. O cliente online é exigente e permite poucas falhas. No entanto, existem estratégias que podem tornar o comércio eletrônico mais amigável, como por exemplo, as inúmeras formas de prestar serviços ao cliente, e para isso, as mais diversas formas de interações com as Redes Sociais.
Também existe a responsabilidade da infra-estrutura tecnológica. O Gerente de E-Commerce deve saber escolher a melhor tecnologia de vendas disponível para adaptar-se ao seu modelo de negócio bem como a segurança e certificações para as transações online em comércio eletrônico e por fim, e não menos importante, a questão logística, que consiste em acompanhar do controle de estoque e das operações, à expedição e ao pós-venda, seja como forma de prestar um serviço melhor ao cliente, seja na política de trocas e pronta solução de eventuais problemas que possam surgir.
O Gerente de E-Commerce tem a função de aumentar o número visitas do site e cuidar para que essas visitas sejam qualificadas, aumentando consequentemente a taxa de conversão das suas diversas estratégias. Acompanhar da oferta à expedição dos produtos certos para o cliente certo (relevância é o nome do jogo) e o compromisso com a total satisfação de quem realiza a compra, fidelizando-o a ponto desse mesmo cliente além de tornar a comprar em seu site, ser o próximo embaixador de sua loja virtual.
Fonte: http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/funcoes-gerente-ecommerce/
Top 10 das lojas online Brasileiras
| Rank | Site | Unique Visitors (users) | Reach | Page Views |
| 1 | americanas.com.br | 2.900.000 | 6.20% | 230.000.000 |
| 2 | submarino.com.br | 2.200.000 | 4.70% | 120.000.000 |
| 3 | netshoes.com.br | 1.600.000 | 3.50% | 110.000.000 |
| 4 | pontofrio.com.br | 1.300.000 | 2.90% | 80.000.000 |
| 5 | magazineluiza.com.br | 1.200.000 | 2.70% | 66.000.000 |
| 6 | extra.com.br | 1.200.000 | 2.60% | 73.000.000 |
| 7 | comprafacil.com.br | 1.200.000 | 2.60% | 96.000.000 |
| 8 | casasbahia.com.br | 1.100.000 | 2.40% | 81.000.000 |
| 9 | walmart.com.br | 910.000 | 2.00% | 42.000.000 |
| 10 | livrariasaraiva.com.br | 900.000 | 2.00% | 50.000.000 |
Fonte: e-commercebrasil.org
10 conselhos para quem pretende montar um e-commerce
Este conjunto de alertas dirige-se a quem deseja entrar no e-commerce sem que se aproveite de uma marca importante, que tenha restrição de capital e que admita que o bom uso desse canal de vendas implica no entendimento de suas regras de funcionamento e de processos específicos. São apenas dez regras essenciais para o bom desenvolvimento de pequenas lojas virtuais.
1. Reduzir investimentos iniciais e controlar riscos: pagamento por uso
O software de uma boa loja virtual é muito caro, difícil de ser mantido e ,quando feito em casa, em geral, é pobre em funcionalidades. Costuma também ser lento e sujeito a interrupções de funcionamento.
A maneira mais barata de ter uma loja virtual é alugá-la, pagando por visitante. Normalmente, há um valor inicial, perto de R$ 6.000,00, e uma mensalidade variável segundo o número de visitantes a menos de um piso mínimo.
Cabe ao dono da loja povoá-la com seus itens, estabelecer as políticas comerciais (preço, prazo, frete, meios de pagamento), manter a vitrine etc. Assim como no varejo tradicional, muitos clientes entram na loja, mas poucos compram. No comércio eletrônico, essa proporção é de 100 para 1, o que explica o custo baseado no número de visitantes.
Além da loja, podem-se compartilhar os demais custos logísticos e uso do sistema de back-office (sistema que controla o atendimento integral do pedido, inclusive o financeiro, o fiscal e o contábil) com outras lojas. Esse serviço está começando a ser oferecido no Brasil e é muito comum nos Estados Unidos.
Em síntese, o dono da loja seria responsável por aquilo que ele acha que possui: o talento comercial. As demais funções, em tese, podem ser terceirizadas.
2. Nem todo pedido incluído será faturado
Um dos erros muito comuns cometidos pelos iniciantes no e-commerce é não contar com instrumentos de detecção de fraude com cartão. As lojas alugadas ou o back-office oferecem esse serviço através do uso de softwares altamente especializados.
É útil lembrar que a operadora de cartão reembolsa o cliente em caso de fraude e cobrar a despesa da loja desprezar esse filtro é letal. O percentual médio de pedidos rejeitados por fraude gira em torno de 6%.
A análise de risco se assemelha muito à tradicional análise de crédito, porém com outros critérios por não depender do histórico de pagamentos e ser orientada para pessoas físicas. Um meio de pagamento mais seguro é o boleto, porém ele é usado em menos de 15% das vendas.
Não é somente a análise de risco que filtra os pedidos incluídos: cerca de 30% dos pedidos que não foram considerados como fraude são rejeitados por impossibilidade de pagamento. A cada 100 pedido incluídos, somente 64 pedidos são faturados.
3. O que vender sendo pequeno?
Uma regra básica é evitar a competição com grandes lojas, ou seja, vender categorias que eles não vendem ou, se vendem, não têm muita profundidade. Isso implica em trabalhar com especialidades e ter uma grande diversidade dentro dela.
Essa é a grande oportunidade para pequenas lojas. A dificuldade dos pequenos que se dedicam a nichos de mercado é que não contam com a infraestrutura logística e de controle para operar nesse novo canal. Nesse sentido, o compartilhamento de serviços é essencial.
Para simplificar a logística externa e pagar menos frete, devem ser evitados itens com peso acima de 30 kg e/ou volume acima de 0,1 m³.
Especialidades exigem especificação: a descrição técnica do item é fundamental para comunicar segurança ao cliente e demonstrar a seriedade da loja. Podemos citar como exemplos de especialidade as áreas de caça e pesca, material elétrico, material eletrônico, autopeças, ferramentas e materiais para marcenaria, equipamentos esportivos para esportes radicais etc.
4. Como ser conhecido?
A propaganda na internet é muito cara e pode ter resultados desastrosos se não acompanhada pela estabilização dos processos logísticos. Investir pouco e ter a prudência de estabilizar os processos logísticos é o caminho mais seguro.
No e-commerce, a melhor propaganda é a boa referência. Manter um bom atendimento é a melhor receita para o crescimento. Um cliente satisfeito induz outros a comprarem.
5. Para quem vender?
Inicialmente, deve-se restringir geograficamente o mercado. A internet tem acesso universal, porém a mercadoria vendida tem que ser entregue e, eis o problema: algumas vezes precisa ser coletada.
É importante frisar que a devolução é muito mais frequente no comércio eletrônico do que no varejo tradicional e tende a crescer com o aumento da consciência dos direitos do consumidor. Além disso, há mais problemas: qualidade da mercadoria (o lojista paga pelos erros de seu fornecedor), erros na especificação ou na foto da mercadoria induzindo o cliente a se enganar.
As devoluções e os cancelamentos devem ser previstos na formação de preço de venda.
É bom lembrar que o cliente do e-commerce está mudando já que a chamada classe C está aumentando a participação. Isso tem um significado muito forte em termos do perfil da oferta e da importância de informações ao cliente por meio de chat, telefone e e-mail para explicar como comprar, obter detalhes das especificações etc.
O aumento da abrangência geográfica de mercado deve ser compatível com o aumento do volume de vendas de modo a diluir os custos da reversa. É importante estabelecer um valor mínimo para o pedido para que as despesas de transporte e financeiras não comprometam a margem.
6. Promessa é dívida!
Um dos segredos do e-commerce é cumprir os compromissos assumidos com o cliente quanto ao fechamento do pedido: prazo e entrega da mercadoria em bom estado. Isso parece simples, mas é onde quase todos tropeçam.
O índice de pontualidade de entrega dos líderes de mercado é de 95%, e as devoluções chegam a 3,4% das vendas realizadas.
Para cumprir as promessas, deve-se evitar vender antes de comprar e não vender mais do que o estoque disponível. Para isso, é necessário segregar estoque disponível para a venda não presencial – recomendação dirigida a quem compartilha o estoque com a venda presencial.
7. Processos internos seguros: uma obrigação!
O cliente do varejo tradicional pega fisicamente a mercadoria, leva-a até o caixa, embala e realiza o transporte. No e-commerce, ele compra baseado numa foto e na crença da existência de estoque. Após a finalização da compra e do pagamento, a “pegada” da mercadoria, a conferência, a embalagem e o despacho são realizados pela equipe interna do lojista.
Os pressupostos básicos para o sucesso dessa operação são: a coerência entre a informação de estoque e o estoque físico, a facilidade de acesso à mercadoria, a rigorosa conferência da mercadoria com o pedido quando da embalagem, a correta identificação do volume com dados necessários à transportadora e a formação de carga com emissão de romaneio para conferência do carregamento.
Todas essas atividades, obrigatoriamente, têm que serem feitas num prazo preestabelecido e com exatidão. Elas constituem o principal entrave organizacional das pequenas lojas. A desatenção ao processo físico de atendimento condena o esforço de vendas
8. Se a transportadora atrasou, a loja falhou
O prazo de entrega é composto do prazo de atendimento físico somado ao tempo de trânsito da transportadora. Como se nota, o maior dos prazos depende do desempenho da transportadora.
Tão importante quanto ter processos seguros é contratar transportadoras confiáveis e controlar seu desempenho. Para tanto, é necessário conhecer o tempo de trânsito de cada transportadora para cada região de destino, controlar a data de transferência da mercadoria para a transportadora e a data em que a entrega foi realizada.
9. Trabalhar a ansiedade do cliente: rastreabilidade
Os clientes apreciam acompanhar o atendimento de seus pedidos. Para isso, é importante que o lojista tenha condições de responder o estágio em que se encontram cada um dos pedidos a atender, estejam eles em atendimento físico ou em poder da transportadora.
No mínimo, as seguintes informações são necessárias: recebimento do pedido, aprovação do pagamento, entrega à transportadora e conclusão da entrega.
10. O tratamento das exceções sinaliza a seriedade da loja: SAC
É imprescindível conhecer a Lei de Defesa do Consumidor. Ela baliza toda a política de atendimento ao cliente. Nela constam direitos associados à venda não presencial: aceitar devolução até 7 dias da entrega sem questionar o motivo, aceitar devolução por defeito até 30 dias da entrega e até mesmo arcar com as despesas de coleta em caso de devolução.
Os operadores de SAC devem ser capazes de manter cliente informado sobre o processo de atendimento, ter agilidade nos processos de devolução e cancelamento de venda, estar atentos a críticas e registrá-las, liberar crédito e/ou pedido de troca somente após a chegada da devolução.
Fonte: Portal iMasters
Nova era no e-commerce

Nos tempos em que vivemos, com a mudança do perfil de consumo e principalmente com o crescimento acelerado e alto do e-commerce ressalta a importancia de profissionais especializado e com diferente conhecimento do profissional de comércio varejista.
Vale ressaltar também que o conhecimento em tecnologia e processos de gerenciais são obrigatórios para quaisquer profissional, das mas diversas area de qualquer que seja o mercado.
O conhecimento no perfil do consumidor, a importancia da plataforma e sua perfomance com mensuração de resultados, a implatanção de novos processos e tecnologia, além de conhecer bem como gerenciar um equipe são elementos chaves para esse negócios.
Vivemos um tempo em que tudo tem que ser novo, mais não temos nem tempo e nem dinheiro a disperdiçar.
A mudança desses novos processos são necessários e é por isso que devemos nos conscientizar que devemos sim profissionalizar e não tentar retroagir.
Multiplos conhecimento em todo esse universo é fundamental e terá de ser assim, pois somente com estes atos poderemos atingir um nível de profissionalização imporante para este mercado.
Após vendas de Natal, marketing de busca deve explorar setores de ar condicionado
Passado o período de compras do Natal, o comércio online deve observar o crescimento na venda de alguns tipos de produtos. As informações são da WEBTraffic, agência full digital, pioneira em search marketing no Brasil. Os aparelhos de ar condicionado vêm registrando alta procura nos mecanismos de busca desde novembro, devido ao intenso calor. “O interesse pelo termo nas buscas deve crescer vertiginosamente a partir de janeiro, e é interessante explorar palavras relacionadas, como ‘ventilador’”, explicou Flávio Luizetto, Diretor de Operações da WEBTraffic.
Varejistas de roupas e acessórios também possuem um grande potencial. “Logo após o Natal, observaremos o incremento das buscas por artigos da moda e, principalmente, acessórios de praia”, explicou Luizetto.
Outros segmentos que irão aproveitar o marketing de busca são os de viagens e material escolar. O primeiro deve ter rápido crescimento a partir de janeiro, com a venda de artigos relacionados ao Carnaval 2011. “As buscas começaram a crescer desde outubro de 2010. Algumas opções são oferecer pacotes de viagens, ou ainda, produtos como DVDs para quem quer fugir da programação oficial”, sugeriu o especialista.
Já o setor de material escolar registrou um pico nas buscas a partir de dezembro de 2010. “Mas janeiro e fevereiro são os períodos mais propícios para este tipo de pesquisa”, enfatizou Luizetto. Além de livros e cadernos, o segmento deve explorar a venda e a utilização de termos como mochilas, tênis, roupas, entre outros.
Luizetto destacou ainda, neste período, a presença de promoções de queima de estoque. “Muitos consumidores aproveitam para conseguir os produtos a um menor preço nestas ações feitas para liquidar o que sobrou do Natal”, concluiu.
Sobre a WEBTraffic:
A WEBTraffic, pioneira em search marketing no Brasil, é uma agência digital full service certificada pelo Yahoo e pelo Google. Há nove anos no mercado, planeja, executa e implementa cada uma de suas ações, buscando criatividade em soluções que integram mídia e tecnologia, com foco em performance.





