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ChargeBack: Pode ser mais fácil evitar!

Chargeback – De quem é a Responsabilidade?

Chargeback é o não-reconhecimento da compra pelo portador do cartão de crédito.

Quando a compra é presencial, o lojista deve colher a assinatura do cliente e verificar o documento de identidade do portador. Assim, estará garantindo o recebimento do valor da compra.

Quando a compra é não-presencial (internet e televendas), não é possível saber se quem está efetuando a compra é de fato o portador do cartão. Se o portador do cartão não reconhecer a compra (chargeback), irá solicitar o estorno, que é de responsabilidade do lojista e não das administradoras de cartão.

Acreditem, 20% das transações no e-commerce sofrem isso (Dados da Cielo)

O que fazer? Rápido e Barato!

A ClearSale tem o M-ClearSale que é uma Ferramenta de monitoramento desenvolvida para lojistas com pequenos volumes de transação. Informa a faixa de score para todos os pedidos (gratuito para clientes Redecard). Possui opção de upgrade para as soluções T-ClearSale e TG-Clearsale.

Quanto custa

Faixa de Risco Gratuita. A Consulta pode variar de R$ 1,60 (para clientes Redecard), a R$ 2,00. A Decisão varia conforme faixa de Risco: Baixo (R$8,00), Médio (R$10,00), Alto (R$12,00) e Crítico (R$14,00). O Garantido também varia conforme faixa de risco: 1% a 4%, ou o valor das faixas da Decisão.

Diferencial
Toda a expertise que a ClearSale coloca à disposição dos grandes players de maneira acessível para quem ainda tem baixo volume, com a possibilidade de up-grade para os produtos T-ClearSale ou TG-ClearSale.
Quer dar uma olhada?
http://portal.clearsale.com.br/Gest%C3%A3odeRiscodeFraude/MClearSale.aspx

Outra coisa que é bacana é a FControl que está com uma EXCELENTE PROMOÇÃO. São 3 meses GRÁTIS!

O sistema FControl pode ser facilmente implantado em sua loja virtual. Através de linguagem html ou Web Services seu desenvolvedor não terá dificuldades de fazer a integração com o FControl.
Você pode utilizar o FControl por 3 meses sem custo para proteger sua loja. Após o preenchimento do formulário abaixo você receberá em seu email as intruções para realizar a integração com o FControl bem como o manual de utilização do sistema.

Quer ganhar essa?
http://fcontrol.com.br/experimente.aspx

Conteúdo do Curso de ADWORDS

O Google AdWords é hoje o serviço de links patrocinados de maior utilização nas campanhas de marketing digital e ocupa lugar de relevância em qualquer plano de marketing. Neste curso estaremos apresentando os recursos e possibilidades de uso do Google AdWords além das ferramentas disponíveis para criação de uma campanha de links patrocinados de sucesso.

O importante atualmente não é apenas criar campanhas de links patrocinados e sim saber como otimizar os recursos nelas investidos e monitorar de forma eficiente seu retorno em função do investimento realizado.

Foi para isso que formulamos esta treinamento, capacitar de forma profissional os participantes para poderem atuar no desenvolvimento, implantação e gerenciamento de uma campanha de links patrocinados.

Objetivo do curso

Apresentar o passo-a-passo sobre todo o processo de criação, gerenciamento e monitoramento de uma campanha de links patrocinados no Google AdWords. O participante aprenderá não só a metodologia de criação de suas campanhas de marketing digital através de links patrocinados como também otimizar os recursos e configurar ferramentas de acompanhamento de resultados.

A quem se destina

Agências de publicidade e publicitários;
Agências e produtoras web;
Administradores de sites e webdesigners;
Profissionais web;
Consultores de SEO e SEM;
Profissionais interessados em web marketing.

Pré-requisitos

Conhecimentos básicos sobre o funcionamento da Internet.

Certificação

Todos os participantes receberão, ao final do curso, o certificado de participação.
Curso Google AdWords- Conteúdo Programático
Conceitos e Definições

Links patrocinados e Search Engine Marketing – SEM
O modelo de negócio
O que é o Google AdWords
AdWords e o plano de marketing

Configuração da conta no Google AdWords

Abrindo a conta no Google Adwords
Configurações básicas da conta
Estrutura da conta do Google Adwords – campanhas e grupos de anúncio
Principais relatórios gerenciais
Preferências de faturamento

Configurações de Campanhas no Google Adwords

Criando orçamentos
Segmentação da divulgação do anúncio
Redes de divulgação
Tipos de lances e estratégias
Programação da exibição do anúncio

Configuração e Criação de Anúncios

Tipos de anúncios
Ferramentas de busca de palavras-chave
Estimativa de custo de palavras-chave
Estimativa de tráfego gerado pelo anúncio
Criando textos de anúncios com bom apelo publicitário
Regrar Editorias do Google AdWords
Tipos de correspondência de palavras-chave
Seleção de palavras negativas
Ferramenta de diagnósticos de anúncios

Métricas e Posicionamento dos Anúncios

Critério para o posicionamento de anúncios
Índice de Qualidade
SEO e Landing Pages
Métricas – ROI, CPC, CTR, Impressões e Taxa de Conversão
Calculando o ROI de uma campanha
Indicadores chave de desempenho – KPI – de campanhas publicitárias AdWords

Monitoramento de Anúncios

Conectando o Google AdWords ao Google Analytics
Relatórios do AdWords no Analytics
Acompanhamento de conversões

8 dicas para checkout em e-commerce

Veja como evitar que os clientes abandonem o carrinho durante uma compra

Quando gerenciamos uma campanha de links patrocinados, devemos sempre pensar em ferramentas para medir a eficácia. A mais utilizada é o Google Analytics, que oferece várias formas de monitorar o desempenho das ações de marketing online, permitindo a criação de metas para serem alcançadas, uso de filtros e outros recursos para acompanhar a evolução dos dados da campanha.

Conquistar conversões para um site pode significar alcançar uma página, ou ver os dados de contato da empresa, mas no caso de e-commerce a conversão sempre está ligada ao checkout, ou seja, saber se o cliente fechou o pedido.

A falta de informação durante o checkout, por exemplo, pode ser um obstáculo ao fechamento do pedido. Confira abaixo oito dicas para evitar que os clientes abandonem o carrinho durante uma compra.

1. Mostrar os passos: se sua loja utiliza um checkout com múltiplas páginas não esqueça de exibir os passos que ainda faltam até a conclusão da compra. Mostrar os passos que ainda faltam para concluir a compra ajuda a eliminar uma possível frustração do consumidor. Resuma todo o processo de pagamento em no máximo três páginas.

2. Mostrar ícones de pagamento: não há nada pior do que completar todos os campos do checkout e só descobrir no final que a loja não aceita o tipo de pagamento que você deseja. Oferecendo esta informação logo no início, os compradores estarão preparados e ficarão menos frustrados.

3. Informe o consumidor: coloque instruções importantes na página onde elas devem aparecer. Não inclua todas as informações em um único lugar ou no topo da página, poucas pessoas vão ler.  Coloque a informação próxima do local onde pode surgir a dúvida, ao lado de um campo que deve ser preenchido, por exemplo.

4. Exiba o status da entrega: muitas lojas precisam de um tempo para o processamento dos pedidos. Deixando o cliente ciente de que as encomendas só serão despachadas depois de determinado período, você pode evitar problemas em relação aos prazos de entrega.

5. Ajude o cliente a encontrar os códigos de segurança do cartão: indique onde fica esse código de segurança no cartão. Não imagine que todos já sabem onde ficam estes códigos.

6. Ofereça um Live Chat para os usuários: se sua loja oferece um recurso de chat ao vivo, mostre isso durante todo o processo de pagamento (checkout) para que os clientes possam tirar alguma dúvida.

7. Exiba possíveis erros de maneira clara: destaque os erros na cor vermelha, tanto na parte superior da página quanto no local onde o erro se encontra. Durante o preenchimento de um cadastro, por exemplo, facilite a localização do campo onde está o problema.

8. Só exija informações necessárias: no formulário de cadastro não exija muitas informações do usuário, isso pode fazer o comprador desistir. Depois de trazer o cliente para o seu site, através de uma campanha de links patrocinados, estas dicas certamente ajudarão o e-consumidor a efetuar a compra e fechar o ciclo de marketing e vendas online.

Com informações da Octavarium Tecnologia, empresa especializada em Marketing Online e Estratégia de Campanhas Digitais com foco em Google AdWords, Facebook Ads e diversas redes de links patrocinados.

Portal HSM
25/03/2011

Um bate-papo sobre a logística no e-commerce

 

 

Pela definição do Council of Logistics Management, “Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes” (Carvalho, 2002, p. 31).

Ok, muito bonito. Mas será que todas as lojas virtuais conhecem e praticam com excelência este conceito? Levante a mão quem nunca comprou um produto 15 ou 20 dias antes da data planejada e pior: para presentear, e só recebeu um mês depois? No natal, então, nem se fala…

E este tipo de coisa ocorre apenas com lojas pequenas e inexperientes? NÃO!!! A logística é um calo na maioria das lojas virtuais, seja ela pequena, média ou grande. Detalhe: deixar de entregar o pedido, enviar o produto errado ou fora do prazo é acabar o relacionamento com o cliente internauta.

Toda a operação de comércio virtual deve funcionar de forma eficiente, da estocagem à entrega, no dia e horário combinados, passando por embalagens apropriadas e muita, mas muita atenção aos detalhes. Na internet, os consumidores não perdoam. Qualquer falha, até um e-mail não respondido de forma imediata é motivo para ficarem insatisfeitos, correrem para o concorrente num click ou reclamarem num blog. Dali para chegar a uma porção de gente falando mal da sua empresa é um pulo. E falar mal é o que o ser humano mais adora fazer, não? Portanto o melhor caminho é não dar motivo. Seguem algumas dicas que colecionei estes anos:

1. Organize a empresa antes de começar a vender pela internet. É fundamental que TODAS as informações estejam interligadas e para isso nada melhor que um ERP (do inglês Enterprise Resource Planning = Sistemas Integrados de Gestão Empresarial). Desenvolvedores como Datasul, Ramo Sistemas e Websoftware, oferecem soluções de ERP para pequenas empresas que custam a partir de R$500,00 por mês. Ah! Atente-se para os que possuem sua plataforma toda online e oferecem tudo em módulos de acordo com a necessidade de cada empresa. Um ERP via web é ótimo pois permite que você acesse os dados da sua empresa de qualquer lugar.

2. Trabalhe com o estoque do seu fornecedor. Sempre que o estoque da loja estiver precisando de mercadorias, o sistema envia um e-mail para o fornecedor. Isso é essencial ao controle do fluxo de caixa e para deixar o cliente satisfeito com os prazos.

3. Embalagem correta: nenhum cliente admite receber um produto com a embalagem aberta ou rasgada. Vale testar a embalagem em condições extremas para evitar perdas com avaria.

4. Prazo: passe ao cliente a data de entrega com uma margem de segurança, pois isso é melhor do que prometer uma data impossível de ser cumprida. “Ah, mas meu concorrente oferece 2 dias úteis no site dele”. Ótimo para ele. Lute para organizar sua empresa de forma que você consiga superar este prazo, mas enquanto isso não é possível, seja honesto com o cliente: apenas ofereça o que você consegue cumprir. Talvez num primeiro momento, tendo um prazo maior, perca algumas vendas, mas com o tempo vai ganhar os clientes daquele concorrente apressadinho porque os seus clientes sabem que podem contar com você.

5. Vale lembrar que é interessante oferecer sistemas que permitam ao consumidor acompanhar, de casa, em que fase está o atendimento de seu pedido. Isso tem nome e até tese de mestrado: administração de filas. Cliente bem informado, perdoa um atraso porque sente que a empresa se preocupa com a ansiedade dele de receber o produto.

6. Escolha muito bem as empresas responsáveis pela entrega. Os correios tomam conta de 70% deste mercado, mas existem outras alternativas como a Total Express, por exemplo. Repare nos preços, pois como é o cliente que paga o frete, um preço bacana torna-se um diferencial. Procure disponibilizar todas as opções possíveis: transportadora, motoboy, sedex, e-sedex, pac, entrega na loja física (se tiver)…

7.e-commerce é campeão nos processos de troca, afinal o cliente não viu o produto antes de comprar. Natural. Por isso use e abuse da logística reversa. Busque a mercadoria na casa do cliente, não deixe que ele tenha trabalho algum, para que não se arrependa de comprar pela internet. Como cortesia, independente do motivo, não cobre o 1º frete da troca. No site crie uma página explicando tim-tim por tim-tim como funcionam as trocas e devoluções.

Pronto, cumprindo cada um destes itens, acredito que você já está um pouco mais preparado para encarar um e-commerce de forma profissional.

 

Fonte:

 

E-commerce não deve pagar duplo ICMS

Bitributação no e-commerce assusta o comércio eletrônico brasileiroComeçamos 2011 com a adoção de medidas fiscalizadoras intensas aplicadas pelo Fisco Paulista, onde fomos apresentados à obrigação dos provedores de hospedagem de sites de comércio eletrônico de informar usuários (sites) que fizeram vendas maiores do que nove itens e com valor total de mercadoria acima de R$60 mil em um dos trimestres de 2010. Associado a isso o estado da Bahia também adotou procedimentos fiscais especiais para as compras feitas no estado.

Assim, o provedor de hospedagem, em São Paulo, pode ser considerado solidariamente responsável se não repassar os dados para aplicação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) relativos aos seus clientes. Sites de leilão e empresas de mediação de pagamentos não estão fora da regra estabelecida pela Portaria 156/2010. Trata-se do “cerco” às empresas que vendem pela Internet que terá poderoso mecanismo de cruzamento de dados. O problema é: Como fica a proteção e a privacidade dos dados dos usuários de hospedagem? Como o provedor de hospedagem vai saber das vendas dos sites que hospeda? Estamos tratando de hospedagem ou somente de gestão de e-commerce?

O contribuinte mantenedor de e-commerce deverá estar bem assessorado técnica e juridicamente pois poderá ser responsabilizado por vendas que não foram concluídas mas encontram-se registradas em seus bancos de dados, podendo ainda ser alvo da ação de criminosos digitais que incluam vendas não feitas. Deverá estar habilitado tecnicamente para provar tais incidentes em face do Fisco.

Não bastasse a fiscalização implementada e cujos métodos ainda não são claros e podem prejudicar o contribuinte, recentemente alguns Estados brasileiros passaram a cobrar “ICMS” do e-commerce na entrada da mercadoria. Ou seja, embora já pagando o imposto no Estado de origem da mercadoria, está sendo indevidamente exigido que o empresário de Internet recolha o imposto no destino, ou endereço do consumidor. Ao contrário do Brasil, diante da ausência de controle do e-commerce, nos EUA, a tônica vem sendo tributar o próprio consumidor, que fica incumbido de recolher o imposto devido.

A Constituição Federal assegura que a alíquota do ICMS, quando o destinatário não for o contribuinte, será a interna, quando forem destinados produtos a consumidor localizado em outro Estado. No entanto, emenda constitucional já determinou a repartição de tributo entre Estados para determinados produtos, como gás natural. Tal medida poderá ser feita em relação à Internet, o que não significa dizer que empresários .com devem pagar o mesmo imposto sobre o mesmo fato gerador diversas vezes.

Neste cenário, a instituição do mesmo tributo (com mesmo fato gerador) por duas ou mais pessoas jurídicas de direito público (Estados) caracteriza “bitributação”, logo, as empresas de comércio eletrônico não devem ser tributadas duas vezes pelo ICMS, tanto na origem quanto no destino da mercadoria, podendo ser valer de medidas judiciais para suspensão da exigibilidade do débito, enquanto o Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) não harmoniza a questão em relação à distribuição da receita tributária do comércio na Internet.

E você? O que acha da guerra fiscal que está se instaurando na Internet.

 

E-commerce nas PME’s: o que fazer para não quebrar?

Mais uma vez, o comércio eletrônico encerrou o ano com resultados otimistas e cumpriu as perspectivas apontadas pelo e-bit.

De olho nesses dados, empresas se movimentam e investem cada vez mais em um mar de oportunidades proporcionado pelos recursos infindáveis da venda online. A internet é um mundo sem limites, isso virou jargão, mas é fato consumado. E, como em todo negócio, seja ele físico ou disposto no ambiente virtual, se não for bem planejado e acompanhar as tendências para ganho de competitividade, ele morre ou, naturalmente, fica pra trás. Ter uma loja virtual não é a mesma coisa que manter uma loja física, ainda mais em tempos onde a mudança, no universo online, é mais rápida que no “mundo real”.

Este artigo tem o propósito de ilustrar por que alguns dos pequenos varejistas virtuais quebram no início e o que fazer para mudar esse cenário, com ideias para fazer valer o investimento. O primeiro passo é o planejamento, enriquecido de pesquisas de mercado, análise de concorrência e planos de expansão alinhados com metas bem definidas, além de muito, muito trabalho e dedicação.

Fatores do fracasso no e-commerce

Alguns dos fatores que contribuem para os problemas vivenciados no e-commerce são:

  • Ideia de que o negócio virtual é mais barato por conta da falta de um plano de marketing sem pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado;
  • Investimento em plataformas de tecnologia de baixa qualidade pelo preço;
  • Pouca análise de concorrência e falta de pesquisa sobre a viabilidade de venda pela web de determinada linha de produtos. As perguntas aqui são: Esse produto vai vender na web? Esse produto já está saturado na web? Mesmo que a resposta seja não, o produto é próprio para venda na internet?
  • Atendimento falho, o que contribui para insatisfação de clientes que acabam não sendo fidelizados;
  • Falta de conhecimento e profissionalismo para atuar com a internet.

Ideias para se manter e crescer no e-commerce

Abaixo listo os principais pontos que suprem os desafios a serem superados, mencionados nos itens anteriores.

Marketing Digital e Redes Sociais no e-commerce

O plano de marketing deve ser muito bem definido e com grande parte de seu investimento voltado às mídias digitais e sociais, principalmente quando a marca ainda não é fortemente conhecida entre os consumidores. Aproveite o cliente quando ele está perto do momento de decisão de compra.

Os mecanismos de busca e sites comparadores de preços estão no topo do ranking. Em seguida, boas ações de email marketing, personalizadas e segmentadas, contribuem para maior taxa de conversão em vendas no e-commerce. Porém, isso não é regra, há uma necessidade eminente de testar qual ou quais ferramentas de marketing digital são mais adequadas à realidade de cada e-commerce e, a partir daí, então aplicar o que traz mais ROI (Return On Investiment).

Nesse caso, também é preciso contar com a ajuda de profissionais da área para que todo investimento não seja em vão. Ele pode criar ações ainda mais inteligentes para conseguir o melhor retorno sobre o investimento e, não se esqueça, na internet tudo pode ser mensurado.

Tecnologia adequada ao e-commerce

Em relação ao investimento em tecnologias de e-commerce, mesmo no início, pense em ferramentas que, acima de tudo, sejam completas, mesmo que o valor seja inferior. Verifique se ela possui hoje todas as funcionalidades que seu negócio demanda. Se baseie em modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio. A plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.

Concorrência, atendimento e fidelização no e-commerce

Na análise de concorrência, veja como as lojas virtuais do mesmo segmento se comportam fora do país, faça pesquisas em sites internacionais.

Para fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais. A partir dessa conquista, a probabilidade de viralização (boca a boca) aumenta consideravelmente. O ideal é igualar o atendimento de excelência baseado nos grandes lojistas virtuais. Se a estrutura de atendimento for pequena no início, gerencie a expectativa de seu cliente.

Se você já possui um negócio no ambiente físico e quer abrir um portal de e-commerce com o mesmo business da loja física, tem tudo na mão: a garantia de que seus fieis clientes e a sabedoria de como ter e manter um empreendimento. Estamos vivendo um momento de migração de compras do mundo físico ao digital. Como cliente, você certamente, ao decidir comprar pelo e-commerce, vai querer adquirir um produto cuja marca já conhece no ambiente off line.

Antes de tomar qualquer decisão relacionada à abertura de uma empresa no e-commerce ou mesmo tomar novas atitudes para alavancar as vendas de quem está presente na internet, é essencial conversar com pessoas experientes do mercado, seja com uma consultoria ou contratação.

 

Fonte: E-commerce Brasil –

O e-commerce exige tecnologia, agilidade, inovação, parcerias diferenciadas e acompanhamento do perfil do target. A internet é rápida demais para atuar sozinho. O empreendedor precisa de ajuda profissional para não errar no começo do e-commerce.

 

Carrinhos Abandonados – Reciclagem é opção

carrinho de compra abandonado. Como resolver este problema tão comum em lojas virtuais.Um carrinho de compra é considerado abandonado quando, contém produtos dentro dele, houve em algum momento um consumidor conhecido colocando e olhando os produtos e já faz um tempo que ninguém movimenta o carrinho e principalmente não há mais ninguém interessado nele. Esse tipo de carrinho de compras é prontamente detectado num mercado, por exemplo, basta que o mesmo fique por mais de 30 minutos no mesmo lugar que alguém irá recolhê-lo e imediatamente retornar os produtos para suas respectivas gôndolas.

Porém no mundo virtual a significado é um pouco diferente, primeiramente não é necessário retornar os produtos para o local, visto como não houve um fechamento de compra o estoque do produto nem mesmo foi alterado. Os carrinhos de compras abandonados não estão visíveis facilmente para saber se foram verdadeiramente abandonados ou somente deixados de lado temporariamente. O tempo ideal de vida de um carrinho de um cliente em uma loja virtual é de 48 horas em disponibilidade de uso, neste período se o seu consumidor voltar à loja é bem provavelmente que estará interessado nos produtos que colocou no carrinho, a partir disso se faz necessário a limpeza do carrinho.

Solução para o Carrinho Abandonado

Agora o que fazer com uma montanha de carrinhos de compra abandonados, uma vez que você pode ver o que está dentro dele, quem foi o consumidor que montou aquele carrinho, você só não sabe o motivo do abandono. Na maioria das vezes é o frete, a falta de parcelamento, tipo de pagamento freqüentemente utilizado pelo consumidor não disponível ou ainda um preço melhor do carrinho num concorrente, enfim várias razões. Mas então, porque não se utilizar dessas informações e oferecer ofertas especiais de compra para que esse consumidor que esteve há um passo de executar uma compra, consolide a mesma.

Além disso, como utilizar esses carrinhos como uma forma de aumentar a vendas no e-commerce? Simples, criando um sistema para enviar um email para o consumidor com um atalho para esse mesmo carrinho de compra com preços e condições especiais com um vencimento de oferta num curto prazo de utilização. Importante é ter a anuência do consumidor em receber esse tipo de informações, caso contrário, isso poderá ter efeito contrário. O consumidor em posse desse email, muito provavelmente irá se sentir tentado em comprar aquilo que estava preste a comprar e talvez tenha desisto. Mais importante ainda é não fazer disso uma regra, crie esses disparos aleatórios baseados principalmente na freqüência de compra do seu consumidor, ou seja, premiando aqueles mais fieis com taxas melhores de descontos. Vamos lá, recicle seus carrinhos de compras abandonados.

Fonte: Ecommercenew

 

Fonte

 

As Funções do Gerente de E-Commerce

Quais são as aptidões exigidas de um gerente de e-commerceA internet, as lojas virtuais e o marketing online trouxeram às posições de destaque jovens profissionais que se desvincularam da triste rotina da mera extração de dados gerenciais e planilhas retrógradas para dar lugar à incessante busca de novas informações, metodologias e ações inovadoras que estão sempre no olho do furacão do ambiente digital, deixando de ser mero robô analítico, mas trabalhando e compreendendo os números de maneira humana e criativa. Surge então a figura do Gerente de E-Commerce.

O nível de interdisciplinaridade que um Gerente de E-Commerce precisa assumir é do tamanho da humildade necessária para aprender sempre. Por isso, este artigo tem a mera intenção de trazer noções que façam pensar e não que venha vaticinar uma palavra final que, cá para nós, jamais existirá no marketing digital.

Partindo dessa premissa é imperativo afirmar que do estagiário ao presidente, das sempre simpáticas moças da limpeza aos especialistas em tecnologia, todas as informações são importantes. Em para isso é imprescindível a habilidade e conhecimento do Gerente de E-Commerce em coletar os dados e explorar as informações. No entanto, de posse delas, é preciso tornar a tomada de decisões mais precisa, cada vez mais próximo do planejamento e do conceito e milhas e milhas distante do próprio ego ou gosto pessoal travestidos de feeling.

A qualidade da hierarquização do conteúdo, bem como da usabilidade e experiência oferecidas ao usuário, tudo tem influência decisiva nos resultados online. Caso um funil de compra seja de difícil compreensão, automaticamente aumentará a taxa de abandono do seu carrinho. Esse tipo de comportamento é de fácil identificação através da correta utilização de ferramentas de análise como o Google AnalyticsYahoo Web AnalyticsPredicta ou Adobe Omniture, por exemplo. está em encontrar os problemas e recomendar as sugestões de melhoria, bem como traçar estratégias de organização da informação e encontrar ou criar as melhores oportunidades.

É importante verificar que, o excesso de recursos técnicos e quantidade avassaladora de tecnologias embutidas em ferramentas gratuitas de considerável simplicidade na utilização, resultam em um soterramento de dados e uma incontida ansiedade de aferir tantos ítens quanto possível. Na verdade, o gestor deve escolher poucos dados de preponderante relevância para serem mensurados e comparados (KPI). Posteriormente, caso haja necessidade, realizar sutis e pertinentes modificações neste processo.

Há de se evitar, também, tratar cada peça como uma só. Banners, E-Mail Marketing, Campanhas,Search Engine OptimizationSearch Engine Marketing e imersão em Redes Sociais têm métricas e conversões específicas que devem ser planejadas e parametrizadas de maneira independente, cada qual de acordo com sua própria estratégia.

Não é pela óbvia necessidade de vender que o gerente tem que se preocupar tão somente em oferecer ao seu cliente ofertas imperdíveis, promoções inacreditáveis, infindáveis parcelamentos e frete grátis. O cliente online é exigente e permite poucas falhas. No entanto, existem estratégias que podem tornar o comércio eletrônico mais amigável, como por exemplo, as inúmeras formas de prestar serviços ao cliente, e para isso, as mais diversas formas de interações com as Redes Sociais.

Também existe a responsabilidade da infra-estrutura tecnológica. O Gerente de E-Commerce deve saber escolher a melhor tecnologia de vendas disponível para adaptar-se ao seu modelo de negócio bem como a segurança e certificações para as transações online em comércio eletrônico e por fim, e não menos importante, a questão logística, que consiste em acompanhar do controle de estoque e das operações, à expedição e ao pós-venda, seja como forma de prestar um serviço melhor ao cliente, seja na política de trocas e pronta solução de eventuais problemas que possam surgir.

Gerente de E-Commerce tem a função de aumentar o número visitas do site e cuidar para que essas visitas sejam qualificadas, aumentando consequentemente a taxa de conversão das suas diversas estratégias. Acompanhar da oferta à expedição dos produtos certos para o cliente certo (relevância é o nome do jogo) e o compromisso com a total satisfação de quem realiza a compra, fidelizando-o a ponto desse mesmo cliente além de tornar a comprar em seu site, ser o próximo embaixador de sua loja virtual.

 

 

Fonte: http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/funcoes-gerente-ecommerce/

As mídias sociais e o desempenho no varejo

Por Pedro Eugênio*

Praticidade, conforto e segurança são alguns dos benefícios oferecidos pelas lojas virtuais que contribuem para o aumento constante das compras pela internet. Tudo isso agregado a uma boa oferta, se torna irresistível para qualquer consumidor. Cientes deste novo perfil de clientes, os varejistas abusam da criatividade e inovação, e atraem cada vez mais compradores por meio das mídias sociais.

Sorteios, brindes, ofertas exclusivas e cupons de descontos são algumas das tentações que atiçam os consumidores ativos, que são disputados a cada clique. Quem nunca se pegou navegando pelo twitter de um estabelecimento a procura de um descontinho? Estar alienado a estas novidades é garantia de fracasso nos negócios.

Para se ter uma ideia da importância das promoções e cupons de descontos, cerca de 70% das pessoas abandona o carrinho de compra. Sendo que desse percentual, 27% delas abandonaram por não encontrarem um cupom de desconto. Ou seja, os consumidores sempre procuram algum benefício extra na compra, como abatimento no preço ou frete grátis.

Há também aqueles que  priorizam as redes sociais populares como o Twitter e o Facebook e oferecem conteúdo exclusivo de promoções e ofertas, além de grandes sorteios para seguidores e fiéis aos estabelecimentos. Preços mais baixos e ofertas relâmpago são anunciados constantemente. Tudo de forma rápida e dinâmica, como a velocidade da web.

O feedback direto com estabelecimentos também é um benefício que o consumidor moderno usufrui com esta batalha nas mídias sociais. Com isso, as  manifestações negativas ou positivas ganham cada vez mais importância dentro das redes de varejo. Antenados nas mídias sociais mais populares do Brasil, como Twitter, Orkut e Facebook, milhões de usuários e consumidores se deleitam com as novas formas de varejo. As novidades não param de surgir e o mercado promete agradar ainda mais clientes de todos os gostos e bolsos.

* Pedro Eugênio é sócio fundador do Busca Descontos.

Top 10 das lojas online Brasileiras

 

Rank Site Unique Visitors (users) Reach Page Views
1 americanas.com.br 2.900.000 6.20% 230.000.000
2 submarino.com.br 2.200.000 4.70% 120.000.000
3 netshoes.com.br 1.600.000 3.50% 110.000.000
4 pontofrio.com.br 1.300.000 2.90% 80.000.000
5 magazineluiza.com.br 1.200.000 2.70% 66.000.000
6 extra.com.br 1.200.000 2.60% 73.000.000
7 comprafacil.com.br 1.200.000 2.60% 96.000.000
8 casasbahia.com.br 1.100.000 2.40% 81.000.000
9 walmart.com.br 910.000 2.00% 42.000.000
10 livrariasaraiva.com.br 900.000 2.00% 50.000.000

 

Fonte: e-commercebrasil.org

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